Ser Um Grande Pai

Ser Um Grande Pai - Shopping Iguatemi

› Entrevista exclusiva com Brigitta Witt

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Brigitta Witt, vice-presidente da área de Responsabilidade Social do grupo Hyatt, esteve em São Paulo semana passada e concedeu à Social Way uma entrevista exclusiva. Witt é responsável por integrar e otimizar o engajamento da rede hoteleira junto à comunidade, através de esforços voluntários e políticas sustentáveis.

Sob a sua liderança e com o apoio de colaboradores dedicados em cada hotel espalhado pelo mundo, o Hyatt vem formando equipes verdes capazes de implementar iniciativas que começam a gerar frutos e reconhecimento. Recentemente, o Grand Hyatt São Paulo foi eleito um dos vencedores na categoria Doing It All (Fazendo Tudo) da primeira edição do prêmio "Thrive Leadership Awards", em Chicago. O hotel foi escolhido pelo seu engajamento na redução do impacto ambiental, melhora na qualidade de vida nas comunidades vizinhas, engajamento de seus funcionários em atividades voluntárias e seleção preferencial de fornecedores locais.


Brigitta Witt, vice-presidente da área de Responsabilidade Social do grupo Hyatt

Saiba mais um pouco mais desta profissional que colabora para um mundo melhor.

Como você se sente com um cargo de tamanha importância e evidência nos dias de hoje? Muitos desafios?
Brigitta Witt:
Adoro meu trabalho. Para mim, é um privilégio poder trabalhar com pessoas e hotéis incríveis ao redor do mundo que estão comprometidos em fazer a diferença. É uma posição global que supervisiona a estratégia de responsabilidade social para mais de 450 hotéis e 90 mil colaboradores, em mais de 45 países, e naturalmente existem muitos desafios, porque cada comunidade e cada hotel são diferentes. No entanto, as dificuldades e oportunidades são muito interessantes e com a ajuda de nossos funcionários, temos criado muitas soluções para resolver desafios locais.

Quais as principais metas da sua área?
Brigitta Witt:
Temos objetivos globais definidos relacionados ao nosso desempenho ambiental. Os principais são:
- Reduzir a energia, emissões de carbono e resíduos que vão para os aterros em 25% até 2015;
- Reduzir o consumo de água em 20% até 2015.

No Brasil, o Hyatt oferece educação profissional para jovens de 16 a 18 anos de famílias de baixa renda através de aulas de disciplinas técnicas, comportamentais e de cidadania voltadas à realidade corporativa. Porque decidiram investir neste projeto? Já tiveram a oportunidade de efetivar algum destes jovens na equipe do hotel?
Brigitta Witt:
Nossa plataforma de responsabilidade corporativa, Hyatt Thrive, tem como principal foco fazer das comunidades onde operamos, lugares em que nossos colaboradores tenham orgulho de trabalhar, os clientes e hóspedes queiram visitar, os vizinhos queiram viver e onde os proprietários dos hotéis desejem  investir.
Estamos comprometidos em melhorar a prosperidade de nossas comunidades de diversas maneiras. A indústria da hospitalidade pode fornecer uma carreira maravilhosa para as pessoas, e temos tido grande sucesso em trazer e capacitar jovens de baixa renda que talvez nunca pudessem ter contato com essa indústria de outra maneira. 
Desde que começamos com estes projetos, já capacitamos 82 jovens e empregamos mais de 50 das comunidades locais - eles provaram serem altamente engajados e extremamente talentosos.

Na área ambiental o Hyatt tem uma política de boas práticas. Na sua opinião quais seriam as ações mais importantes?
Brigitta Witt:
Nossa população está crescendo em um ritmo sem precedentes. Especialistas preveêm que até o ano de 2050 seremos mais de 10 bilhões de pessoas no planeta, que irão disputar os mesmos recursos naturais disponíveis hoje. Outro produto desta explosão populacional é que a poluição irá aumentar, bem como os resíduos que geramos e que são enviados aos aterros. Todos estes fatores implicam no nosso negócio. O Hyatt é focado na gestão de nosso consumo de recursos naturais, especialmente água e combustíveis fósseis.
Temos uma ferramenta global que nos permite controlar a quantidade de energia e água que cada um dos hotéis consome ao redor do mundo, ferramenta esta fundamental para os nossos esforços de redução e também para gerenciar esses custos.
Para começar, estamos também empenhados em reduzir a quantidade de resíduos de nossos hotéis, aumentando a iniciativas de reciclagem e gerando menos resíduos. No entanto, provavelmente, a mais importante iniciativa que temos é o envolvimento de cerca de 90 mil colaboradores em todo o mundo. Nossos esforços são para educar nossos colaboradores sobre os desafios e problemas e também fornecer as ferramentas para que eles sejam parte da solução. Cada hotel tem uma "Equipe Verde" (Green Team), que juntos representam mais de 2 mil funcionários em todo o mundo, trabalhando ativamente para identificar as oportunidades que são mais aplicáveis para os seus hotéis.

Como um hóspede pode ajudar indiretamente nos processos ambientais e sociais do hotel? 
Brigitta Witt: Muitas das iniciativas que temos não são fisicamente visíveis aos nossos clientes, ou então exigem pouco envolvimento deles. Por exemplo, através da instalação de chuveiros com redução de fluxo em nossos apartamentos, fomos capazes de reduzir o consumo de água no Grand Hyatt São Paulo em 30%. Isso aconteceu sem nenhum impacto sobre a experiência do hóspede.
No entanto, o que oferecemos ao nosso hóspede são algumas oportunidades de decidirem se eles desejam ter suas toalhas e lençóis lavados diariamente. Esta é uma maneira conhecida para os clientes optarem em participar das nossas metas de redução de consumo de energia e água.
Outra ação realizada no Grand Hyatt São Paulo é a recente parceria com a Eccaplan, para neutralizar os eventos que acontecem no hotel através da compra de crédito de carbono. Esta parceria começou em março deste ano. Para nós, esta ação é muito importante, pois reforça o compromisso que temos com a comunidade local, o meio ambiente e com nossos clientes.

Se puder dar algum exemplo de case bacana e com resultado significativo de alguma das ações Hyatt, por favor relate para nós.
Brigitta Witt: 
Uma das razões da minha visita ao Grand Hyatt São Paulo este ano é a de mergulhar em dois programas muito bem sucedidos que o hotel implementou – o Formare e o YCI. São programas de capacitação de jovens de baixa renda que têm feito diferença significativa nas vidas dos jovens envolvidos e suas famílias, e também trouxeram grandes benefícios para o hotel, como mão de obra capacitada e um sentimento de voluntarismo e engajamento muito grande por parte dos nossos funcionários que participam no treinamento, educação e capacitação desses jovens.

Você tem algum ídolo ou pessoas que tem como referência na sua área? Quem seria e porque?
Brigitta Witt: 
O falecido Ray Anderson, fundador e CEO da Interface Carpets, uma das maiores empresas de tapetes do mundo, sempre foi uma inspiração para mim. Um dia, quando a empresa já tinha mais de 21 anos de mercado, ele acordou e teve um insight que levou a Interface a mudar de curso, desenvolvendo e adotando uma forma mais sustentável de fazer tapetes. Isso levou a uma mudança fundamental na forma como a empresa faz negócios e ainda hoje é a força motriz por trás dessa organização. Sustentabilidade é o centro de tudo o que a Interface faz e os resultados tiveram um impacto incrível sobre o sucesso global da empresa.
Para mim, a visão deste homem demonstra que muitas vezes, mesmo os problemas mais complexos podem ser resolvidos se você alinhar seus valores com seus objetivos de negócios e incentivar a inovação e a paixão de seus colaboradores por essa conduta.

Para empresas que nunca se preocuparam com a questão da responsabilidade sócio ambiental e tem interesse em iniciar esta incursão, qual a sua dica para elas? 
Brigitta Witt: 
Envolva os seus funcionários em seus esforços e dê a eles ferramentas para ser parte da solução. Entenda qual a abordagem que se aproxima mais da cultura da sua empresa e as prioridades de negócios, e desenvolva um programa que reflita essa forma de pensar.

E para as pessoas físicas que acham que elas sozinhas não tem impacto e acabam não se preocupando, o que eles podem mudar ou fazer sem grandes esforços que já faria diferença no todo?
Brigitta Witt: 
Eu acredito que cada pequena ação, de cada indivíduo, faz uma grande diferença, especialmente em uma empresa global como a Hyatt. Por exemplo, muitos dos nossos hotéis têm implementado programas de redução de consumo de papel. Isso pode não parecer algo muito relevante, mas ao imprimir dos dois lados de uma folha de papel, fazer uso de projeções durante as reuniões, ao invés de imprimir todas as informações, e preenchendo os documentos apenas eletronicamente, tivemos resultados impressionantes.
Nosso escritório corporativo em Chicago economizou 2 milhões de folhas de papel em apenas um ano adotando essas práticas e o Grand Hyatt São Paulo economizou mais de 33 mil. Estas são iniciativas em que as pequenas contribuições individuais somam-se para causar um grande impacto global.

› Receita especial de Páscoa

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Graças a projetos como o Chef's Especiais, que jovens carentes e com síndrome de Down têm a oportunidade de mostrar que podem ser respeitados como indivíduos. Visando o pleno desenvolvimento desses jovens, o projeto gastronômico, idealizado pelo casal Márcio e Simone Berti, promove a inclusão social e profissional por meio de aulas de culinária, estimulando o convívio em grupo e a autonomia dos alunos.

O projeto só existe por que há boa vontade. "Cada um doa um pouquinho e nós fazemos um montão", diz Simone Berti. A cada aula um chef experiente é convidado e todos os itens necessários para a realização das aulas como ingredientes, uniformes e espaço, são cedidos por restaurantes e escolas de gastronomia.



Para a Páscoa de 2012, a Fleur de Sucre desenvolveu uma edição limitada de Ovos de Páscoa para contribuir com a ação e receber os Chef's Especiais em sua cozinha. "Decidimos aproveitar a época do ano mais importante para a loja, para também ajudar a quem precisa", conta Fabiola Gouveia, chef da Fleur de Sucre. Feito com o famoso chocolate Valrhona o ovo ganhou um toque especial com uma ilustração gentilmente cedida pelo artista plástico Gustavo Rosa e todo o lucro será destinado à instituição.
 
Para encomendar seu ovo e poder contribuir com o projeto, entre em contato através do email contato@fleurdesucre.com.br ou pelo telefone (11) 3078 3082. Cada ovo de 150g custa R$135,00. 

www.socialway.com.br  

› Ondas ameaçadas

Por Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Para muitas pessoas, ir à praia é apenas um programa de férias ou feriado, para outras, a praia significa o retrato de suas vidas. Estou falando dos surfistas, conhecedores dos mistérios do mar e amantes da adrenalina proporcionada pelas ondas. Preocupados com o futuro das ondas no mundo inteiro, eles abrem uma discussão que, de longe, parece improvável: o fato de que as ondas podem acabar.

Por mais surpreendente que possa ser essa afirmação, isso já está sendo visto em algumas regiões do mundo. O principal exemplo é a famosa praia de Mundaka, localizada norte da Espanha. A praia é conhecida por suas ondas gigantes e perfeitas, que atrai olhares de surfistas do mundo inteiro e, por diversas vezes, sediou o famoso campeonato mundial de surfe, o ASP World Tour. Em 2005, a etapa foi cancelada por causa da falta de ondas. A etapa voltou no ano seguinte, mas a partir de 2010 ela deixou de pertencer ao calendário.

O motivo para ausência dos maravilhosos tubos em 2005 foi a drenagem de um rio próximo à praia que resultou na retirada de toneladas de areia e sedimentos do fundo do mar. Esses sedimentos faziam uma espécie de obstáculo em forma de rampa que empurrava a água para cima, gerando ondas incríveis. Além do impacto ambiental, a região também sofreu consequências econômicas, perdendo uma receita de quatro milhões de dólares injetados anualmente, a partir do turismo gerado pelo esporte.

Conheça as famosas ondas de Mundaka:

Esse exemplo mostra claramente como a interferência humana no meio ambiente pode tomar proporções catastróficas, e se nada for feito a tempo, pode ser tarde demais. É por isso que ONGs como Save the Waves, por exemplo, atua na conscientização para esses processos e busca quantificar em números o que essas perdas podem gerar, além do impacto ambiental. Para eles, quando se trata de dinheiro fica mais fácil argumentar com as autoridades. 



Mas os surfistas não estão apoiados somente nos argumentos econômicos. Em 2011, foi realizada a 1ª edição da Conferência Global das Ondasque contou com palestrantes da Inglaterra, EUA, França, Japão, Espanha, Portugal e Nova Zelândia, para debaterem o valor das ondas, tanto para surfistas, como para quem não é praticante do esporte, e buscarem alternativas para combaterem, de forma consciente e eficaz, as ameaças que rondam os paraísos naturais da humanidade. Cabe ao homem proteger a natureza de suas próprias ambições... 

› Esta era uma cadeira

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Criado por Alice Rosignoli, a peça "Ceci était Une Casa" foi criada para a exposição Colle/Serre, que teve como objetivo promover o robô FabBot, capaz de esculpir e transformar formas existentes em outros objetos. O material escolhido pela designer foi a base de cadeiras de madeira de escolas públicas, que foram transformadas em descoladas mesinhas para laptops.

Esta ferramenta digital inovadora é feita sob medida para pequenas oficinas e pertence a exposição de produtores MagLab, que oferece espaço de trabalho para artistas e propõe uma atividade micro-industrial livre dos processos industriais pesados.

Cada vez mais nos deparamos com soluções criativas, pragmáticas, e que fazem do nosso processo de descarte ser cada vez mais sustentável. Viva a reciclagem, viva o design responsável!    

› Sociedade civil atuante, Lei da Ficha Limpa aprovada!

Por Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Na última quinta-feira foi aprovada em Brasília a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa. Enfim, o desejo de milhões de brasileiros em busca da melhoria do perfil dos candidatos e candidatas a cargos eletivos do país foi conquistado. 

A votação do Supremo Tribunal Federal (STF) comprovou a necessidade do reconhecimento no Brasil de uma medida que pudesse inibir o favorecimento de um Estado corrupto e impune. Votaram a favor da lei os ministros: Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Marco Aurélio, Joaquim Barbosa, Luiz Fux, Carmen Lúcia e Rosa Weber. Contra: Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Celso Mello e Cesar Peluzo.

Esta grande vitória reflete uma importantíssima conquista através da participação popular (mais de 1,6 milhões de assinaturas), além de um "aprimoramento democrático", por exigir de todos os cidadãos um envolvimento mais ativo nos processos que dizem respeito ao futuro do país.

"Uma caneta na mão de um político corrupto mata muito mais que qualquer fuzil", diz Norton Guimarães, ex-presidiário e hoje coordenador do projeto Empregabilidade da ONG AfroReggae (RJ). Esta frase traduz a importância da aprovação de leis como o da Ficha Limpa em nosso país. Que este movimento seja o primeiro de muitos, afinal, o interesse é todo nosso!

Veja o que muda com a Lei da Ficha Limpa:

- O período de inelegibilidade aumentou de três para oito anos, a partir da data da condenação. Candidatos condenados no ano de 2004 em diante não poderão concorrer às eleições;

- Basta uma decisão de um órgão colegiado (com mais de uma autoridade);

- Candidatos condenados por compra de votos, conduta vedada, doação irregular de campanha serão impedidos de se candidatar;

- Condenação criminal pelos seguintes delitos: crimes contra a economia popular, contra a administração pública, contra o meio ambiente, crimes eleitorais, contra a vida e a dignidade sexual, crimes praticados por organizações criminosas, por quadrilhas, não poderão ser candidatos.

Quem pode ser enquadrado pela Lei:

- Servidores públicos demitidos;

- Profissional de classe que tenha perdido o registro profissional ou sido expulsos por seus conselhos;

- Gestores com contas rejeitadas pelos Tribunais de Contas Estaduais e da União;

- Condenados por qualquer órgão colegiado, como o Tribunal de Justiça.

Quem não pode ser enquadrado pela Lei:

- Condenados por crimes culposos (onde não existe intenção)

- Condenações de até dois anos (penas de menor potencial ofensivo)

- Condenados por ação privada (calúnia, difamação e injúria)

- Candidatos que perderam o mandato por infidelidade partidária

- Condenados em 1ª instância (decisão monocrática) também não podem ser enquadrados;

- Condenados por propaganda eleitoral antecipada.

Mais informações: www.fichalimpa.org.br

www.socialway.com.br  

› Arte e conscientização por toda parte!

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Você provavelmente já se deparou contemplando mensagens de conscientização pintadas nos muros de São Paulo. Para algumas pessoas, estas manifestações são consideradas vandalismo, para outras, arte. Arte? Sim!
Para entender esta manifestação, cada vez mais comum nas grandes metrópoles, é fundamental entender antes a diferença entre grafite e pichação.

Ainda há muita polêmica em torno dessas manifestações artísticas nos espaços públicos, principalmente pela generalização de que qualquer tipo de intervenção seja considerado um ato de degradação. Os pichadores são aqueles que disputam banheiros públicos, edifícios, casas abandonadas, ônibus, metrôs, orelhões, postes e monumentos, em uma competição por quem deixa o maior número de marcas, com códigos que dificilmente são compreendidos, pelo puro prazer da anarquia.

Já os grafiteiros buscam se expressar de maneira consciente. O grafite foi ao longo dos anos ganhando respeito e notoriedade, tanto que conquistou o apoio de programas desenvolvidos por escolas, galerias, e até inclusive pelo próprio poder público.

Engana-se quem acha que o grafite seja uma forma contemporânea de arte, pois desde os tempos do Império Romano, grafite já era considerado todo tipo de inscrição feita na parede. Mais recentemente, na década de 70, o movimento ganhou força quando despertou a atenção da imprensa nova-iorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixavam nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan. Não demorou muito para que a expressão artística chegasse ao Brasil, e aos poucos revelando profissionais que são hoje reconhecidos internacionalmente. 

Muitos grafiteiros têm aproveitado os espaços urbanos para transmitir mensagens de conscientização, já que as frases e os desenhos são expostos a milhares de olhares curiosos e distraídos todos os dias. O grafite se tornou uma arte urbana de cunho social que procura, na sua grande maioria, expressar uma mensagem de reflexão.

Social Way aprova essa forma de ARTE, que não só enfeita os muros da metrópole, como também busca conscientizar as pessoas!

Curiosidades sobre o grafite:

Grafiteiro/writter: o artista que pinta.
Bite: imitar o estilo de outro grafiteiro.
Crew: é um conjunto de grafiteiros que se reúne para pintar ao mesmo tempo.
Tag: é a assinatura de grafiteiro.
Toy: é o grafiteiro iniciante.
Spot: lugar onde é praticada a arte do grafitismo

› Brasileiro com B maiúsculo!

Por Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Leonardo Sakamoto (foto) é daquelas pessoas que gostam de uma boa briga, principalmente quando os adversários são "empresários" que violam os direitos humanos e da legislação ambiental.

Aos 33 anos, o jornalista e professor universitário atua a frente da ONG Repórter Brasil, responsável por uma atividade inédita no país: mapear o caminho de cada produto que chega até os nossos lares.

Através desta iniciativa, a entidade consegue descobrir quem acaba financiando, mesmo sem querer ou indiretamente, as mais cruéis condições de trabalho ou as mais perversas formas de destruição da nossa natureza.

Uma vez identificados os infratores, a Repórter Brasil pressiona os revendedores (Exemplo: uma cadeia de supermercados ou uma grande rede de departamentos) a não trabalhar mais com os autores dos crimes. "Não fazemos protesto, não fechamos estrada, não ficamos na frente de usina nem ocupamos terra. Nada disso. Fazemos uma coisa que pra eles é muito pior: mexemos no bolso", conta Leonardo. 

Um bom exemplo foi o caso da Cosan. Maior produtora de álcool e açúcar do Brasil, a empresa é responsável pelo fornecimento às marcas União e da Barra. Graças ao trabalho da equipe de Sakamoto, foi flagrado trabalho escravo no interior de São Paulo, em uma usina que fornecia cana-de-açúcar à companhia. A Cosan foi co-responsabilizada e a conta foi alta.

Três dias após a comprovação do delito, a Walmart e o Carrefour cancelaram a compra de açúcar União e da Barra. "O Walmart do Brasil divulgou nota pública e ameaçou tirar os produtos das gôndolas. O BNDES, um dos nossos parceiros, bloqueou na hora o crédito da Cosan inteira, suspendendo R$ 800 milhões. Em um dia, a companhia caiu 6% na Bovespa e 3,5% na bolsa de Nova York", relata Leonardo.

Referência nacional e internacional no que diz respeito ao trabalho escravo e suas implicações, Sakamoto é hoje representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo e referência internacional no tema. Ano passado foi reconhecido por sua importante contribuição ao país, com o Prêmio Trip Transformadores 2011. A Social Way aprova, aplaude e faz questão de divulgar essa iniciativa.

Mais informações:
- Clique para ler a matéria na Revista Trip 
- Clique para acessar o Blog do Sakamoto  

› Natal para todos

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)



Já pensou em fazer uma criança feliz, doando um brinquedo nesse Natal? Todo final de ano, o projeto Natal de Amor arrecada fundos para presentear o máximo de crianças carentes que conseguir. Assim como no ano passado, nesse ano, a Social Way divulga esse belo trabalho que atinge centenas de crianças e pede a ajuda de todos para que possamos levar um melhor Natal para elas.

Com ajuda da grande rede de pessoas que lidamos, em 2010 conseguimos arrecadar R$ 12.040,65 e estivemos no dia da entrega dos presentes para participar dessa grande festa. As fotos estão na nossa página do Facebook.

Há sete anos, o projeto Natal de Amor tem proporcionado momentos inesquecíveis na vida das crianças beneficiadas, tanto na ação, quanto na memória de quem realiza a doação. Este ano serão beneficiadas 1500 crianças, da Zona Norte de São Paulo, e 300, na cidade de Caraguatatuba, litoral paulista.

O cadastro dos beneficiados é feito por voluntários que vão até o local. No dia 24 de dezembro acontece o evento de distribuição dos brinquedos em um espaço montado, especialmente para o momento, com direito a uma bela árvore de Natal e muita união. O bacana é que os brinquedos ficam expostos de acordo com a faixa etária da criança, como se fosse uma loja de brinquedos. Cada um fica à vontade para escolher o que mais gosta dentre as opções. São carrinhos, bonecas, jogos, uma infinidade de presentes.

Arrecadações

Para garantir o padrão e a qualidade de todos os brinquedos, o Natal de Amor prefere comprá-los para atender a quantidade exata e também de acordo com a idade das crianças cadastradas. Para isso, o projeto tem uma conta direta:

Banco Itaú
CJA – Natal de Amor
Ag. 4820 C/C. 00104-0
CNPJ 07.735.481/0001-22

O custo médio de cada presente é de R$ 30,09 por criança. O Natal de Amor também doa uma cestinha de Natal. Portanto toda ajuda extra é muito bem vinda! Mas você pode colaborar com o que quiser! Tanto a mais quanto a menos.

Importante: seja qual for o valor depositado, sempre coloque a terminação de 0,09 CENTAVOS para nossa identificação. Obrigado! Assista ao vídeo sobre o projeto que saiu no Jornal Nacional, em 2008:

› Natal com a TUCCA!

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)



Dezembro, mês do Natal. Os significados atribuídos ao dia 25 de dezembro são muitos e se distinguem, dependendo do país. Quer saber alguns deles? A TUCCA, Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, montou uma peça super especial que envolve o tema.

O espetáculo, último da série TUCCA Aprendiz de Maestro de 2011, será realizado no dia 17 de dezembro, sábado, às 11 horas, na Sala São Paulo. Entre canções natalinas, a bruxinha Operlina, personagem pricipal interpretada por Andréa Bassitt, se encontra com Papai Noel e ensina como as diferentes culturas celebram o Natal.

O musical Um Natal de Cada Canto, acompanhado pela Sinfonieta TUCCA Fortíssima e pelo Coral Infantil do Colégio Santo Agostinho, regido pela professora Elisa Maria Prevedel, encantará pais e filhos com a narrativa natalina que conta com Blota Filho e Patrícia Gaspar no elenco dirigido por Paulo Rogério Lopes Varro.

Assistir ao teatro, que já é uma experiência rica, se torna ainda mais satisfatório nesse caso. Toda a renda com a venda de ingressos é destinada aos pacientes assistidos pela entidade. Em outubro a TUCCA arrecadou R$ 56 mil com a campanha Estacionou Doou promovida em parceria com o Iguatemi SP, que reverteu um dia de faturamento total do estacionamento para a ONG. O valor foi suficiente para comprar novo aparelho que ajuda a diagnosticar e acompanhar o câncer ocular infantil.

Quem estacionou no Iguatemi nesse dia, além de aproveitar o passeio ao Shopping, contribuiu para que milhares de crianças possam descobrir a doença e tratá-la da melhor forma.

Não é muito bom quando conseguimos unir responsabilidade social e entretenimento? Assistir a uma bela peça de teatro e, ao mesmo tempo, poder ajudar a mudar a vida de uma criança, é lúdico e muito gratificante. Então faça parte de conquistas como essa! Vamos ao teatro!

Serviço:
Série Aprendiz de Maestro – Um Natal de Cada Canto
Data:
17 de dezembro
Horário: 11 horas
Local: Sala São Paulo
Classificação: a partir de 3 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos: TUCCA (2344.1051 / 3057.0131), ingressos@tucca.org.br , www.tucca.org.br  ou Ingresso Rápido (4003.1212)
Preços: Setor III – R$ 45,00 / Setor II – R$ 50,00 / Setor I – R$ 55,00. Não há meia-entrada. Formas de pagamento: dinheiro, cheque ou cartão de crédito (American Express, Visa, MasterCard ou Dinners) 

› Kids Run consciente

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Aconteceu no domingo, 30 de outubro, a 5ª edição do Iguatemi Kids Run, evento que incentiva a prática de esportes para crianças e que reúne pais e filhos, dispostos a curtirem um programa prá lá de divertido. 


Além da tradicional prova de corrida (percursos de 30 a 150m), acompanhada por uma equipe técnica especializada, o Kids Run sempre traz ativações educacionais por meio de jogos e brincadeiras. Mas este ano a grande novidade do evento ficou por conta das oficinas recreativas do Projeto Curumim, dentre elas: pintura facial, contação de histórias com fantoches e dedoches, danças e cirandas, artesanato em papel reciclado e produção de biojóias. 


O melhor de tudo é que além das atividades encantarem os atletas mirins ali presentes, o serviço prestado pelo Projeto Curumim foi convertido em recurso capaz de ajudar na manutenção da própria entidade. Além desta ação, o Kids Run também convocou todos os interessados a doarem artigos esportivos novos, ou em bom estado de uso, para a ONG Symap.
 
O Iguatemi tem como objetivo incorporar cada vez mais ações de responsabilidade social em seus eventos de calendário, pois está mais do que convencido dos resultados transformadores que estes projetos geram para a sociedade. Nada mais coerente que proporcionar espaço, visibilidade e oportunidades para ajudar estas iniciativas continuarem e manterem seus belos trabalhos. E é por isso que a Social Way está por aqui.

Para os interessados:

Projeto Curumim
Atua há 14 anos em Atibaia, e já atendeu mais de 2 mil crianças e adolescentes, entre 7 e 16 anos. Durante estes anos, o projeto estabeleceu parcerias com o poder público, Terceiro Setor e diversas empresas privadas, além de incentivar e facilitar outros projetos nos campos da arte, saúde, cultura, educação, cidadania e meio ambiente. O objetivo final é sensibilizar e conscientizar o público atendido, direta e/ou indiretamente, e assim, proporcionar uma melhor qualidade de vida para as pessoas.

ONG Symap 
ONG Sylvio Magalhães Padilha (Symap) tem como objetivo usar o esporte como ferramenta de transformação social para jovens entre 8 e 18 anos, a fim de realizarem seus sonhos de autonomia e, ao mesmo tempo, se tornarem exemplos de cidadania e integridade pessoal. 

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› Você já ouviu falar do Trip Transformadores?

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Dia 26 de Outubro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, acontece a 5ª edição do Trip Transformadores, prêmio que reconhece e homenageia pessoas e iniciativas que repensam a noção de desenvolvimento no Brasil. Pessoas que trabalham para transformar as realidades local, regional, nacional ou global, e que provocam reflexões que nos ajudam a viver melhor e de maneira mais íntegra e equilibrada.

Idealizada pela Trip Editora, representada pelo publisher multimídia Paulo Lima, a premiação foi criada para homenagear um tipo especial de pessoas. Aquele tipo de gente que não espera, faz. Que não pensa só em si, mas enxerga o outro. Que acredita em uma mudança para melhor.

Nomes como Tia Dag, Vanete de Almeida, Denis Mizne, José Junior, Kaká Werá, Ana Primavesi, Leonardo Sakamoto, José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo (in memoriam), são alguns dos homenageados ao longo desses anos. Talvez você nunca tenha ouvido falar neles, mas tenha certeza que trata-se de verdadeiros transformadores, capazes de criar uma nova forma, mais generosa, de enxergar o mundo. 

Social Way esteve presente em todas as edições. Nos emocionamos em cada uma delas, aprendemos com seres e lições de vidas especialíssimas, evoluímos e saímos sempre extremamente motivados para batalharmos ainda mais pelas boas causas e pelo próximo. A cada edição que a gente vai, é como se fosse uma confirmação e certeza do que já sabemos. É esse o caminho certo!

O nosso desejo é que um prêmio como o Trip Transformadores tenha um reconhecimento e atenção mundial, tão quanto um evento como um Oscar em um futuro próximo. Parabéns Paulo Lima e equipe por esta iniciativa.

› Maior ponte solar do mundo

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Nesta semana, começa a instalação dos 4.400 painéis solares (fotovoltaicos) que irão fazer parte do telhado da nova estação de trem de Londres, na histórica ponte vitoriana Blackfriars (1886), no rio Tâmisa. O futuro cartão postal inglês, que levará o mesmo nome da ponte, terá cerca de 6 mil m², será capaz de produzir 900 mil kWh/ano e está previsto para ser concluído em 2012.

Segundo a empresa Solarcentury, metade da energia necessária para a movimentação dos 24 trens por hora da estação Blackfriars será suprida pela geração da energia solar, evitando assim a emissão de 511 toneladas de CO2 na atmosfera. Além disso, outras iniciativas responsáveis também estão sendo agregadas ao projeto, como o sistema de captação de água da chuva e o aproveitamento da iluminação natural. 


A nova estação será sem sombra de dúvida mais um incentivo para que o investimento em energia solar no mundo cresça cada vez mais, a exemplo das instalações de painéis solares na passarela de Kurilpa, em Brisbane, na Austrália, e da estação de trem da Bélgica.

"Estações e pontes são partes fixas da nossa paisagem urbana, e é ótimo ver que vai gerar energia renovável todos os dias no futuro. Desconhecido pela maioria, centenas de edifícios na capital agora são alimentados por energia solar e o investimento nessa tecnologia aumenta. As pessoas enxergando que a energia solar funciona, é um passo vital para o futuro da energia limpa", palavras de Derry Newman, diretor executivo da Solarcentury.  

Vale lembrar que os painéis solares para a estação de Blackfriars estão sendo financiados pelo Departamento de Transporte de Segurança e Fundo do Meio Ambiente de Londres, ou seja, o imposto do cidadão inglês está sendo aplicado à seu favor e a favor do mundo.

Quando será que poderemos usar melhor os bilhões desviados anualmente por corrupção nesse país e ter os nossos projetos como esse divulgados por aí? Seria muito orgulho! Também quer? Dia 12 de outubro terá a marcha contra corrupção. Informe-se e participe!

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› Entrevista exclusiva com Monica Serra - Instituto Se Toque

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Instituto Se Toque é uma organização sem fins lucrativos que atua desde 2005 na promoção da saúde da mulher, com foco no câncer de mama. O Se Toque participa do projeto de doação de cupons fiscais do Iguatemi One, que em breve será ampliado para todos os consumidores do shopping. Leia a seguir a entrevista com Monica Serra, fundadora da entidade, cedida exclusivamente para a Social Way.

SW: Como surgiu a ONG Se Toque?
Monica Serra:
Surgiu de uma necessidade da própria sociedade. Em atendimento à demanda e convicta de que prevenir é educar, orientamos a ação para o esclarecimento de conceitos e mitos que envolvem a mamografia e os perigos reais da doença. É preciso, no caso específico do câncer de mama, apontar os caminhos para o acolhimento efetivo, estreitar relações com hospitais de referência, comprometidos com a causa, e definir estratégias viáveis junto a objetivos claros na hora de promover a detecção precoce. Assim é possível evitar sofrimento às famílias, por mortes causadas às suas mulheres por uma doença que, se descoberta em tempo, tem grandes chances de cura.
 
SW: Qual o objetivo do trabalho realizado pela entidade?
Monica Serra:
Nosso objetivo é conter o aumento das mortes causadas por câncer de mama através da educação e ações inovadoras de apoio às ações de saúde pública. Uma das formas que encontramos para atingir este objetivo é disponibilizar o acesso à mamografia por meio de uma unidade móvel, que esteja pronta para o atendimento assim que as mulheres tiverem sido conscientizadas, sem demora e com a garantia de tratamento futuro, se necessário, em hospital de referência, associado às ações do Se Toque.

SW: Qual o papel da criança no processo de educação pela filosofia do Se Toque?
Monica Serra:
As crianças atuam como agentes de mudança de hábitos de saúde. Nossa expectativa é que, fornecendo a informação adequada nas escolas municipais e estaduais, elas naturalmente a multipliquem em família, colocando o assunto em discussão. É preciso que elas entendam que, assim como uma vacina, o conhecimento da doença deve ser usado para a sua prevenção.

SW: O projeto atua em quais regiões de São Paulo, e quais são os critérios de escolha?
Monica Serra:
Atualmente estamos com dois projetos: um na Região Norte, com apoio de um hospital de referência em atendimento à saúde da mulher, e outro projeto na Região Leste, que é uma prestação de serviços de educação para a saúde para o Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Estamos também desenvolvendo um programa piloto para atuação na região Oeste, em parceria com a FMUSP.

SW: Quais são os novos desafios da ONG?
Monica Serra:
Estamos buscando elaborar instrumentos de pesquisa por região, tanto para rastrear os índices da doença, quanto para verificar em quanto diminui o gasto público com a descoberta de casos de câncer de mama em fase inicial. Isso é de extrema importância, porque muitas vezes é possível evitar a caríssima cirurgia de retirada da mama, sendo que essa mulher na maioria das vezes é chefe de família e as crianças sofrem o risco de perder os cuidados da mãe.

SW: Qual é a importância das doações dos cupons fiscais que são revertidos para o Se Toque?  
Monica Serra:
Ajuda a multiplicar o Colar da Vida, usado na nossa metodologia de educação e acesso ao diagnóstico. O Colar da Vida é o símbolo do tamanho dos nódulos crescendo. Como instrumento educativo, não só representa as diferentes fases de evolução de um câncer de mama, lembrando que quanto menor o nódulo for encontrado, maiores são as chances de cura, como serve à criança de argumento emocional para a mãe receber o seu presente e tomar uma atitude marcando sua mamografia.

Monica Serra ao lado da top Gisele Bündchen com o Colar da Vida

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› Voto distrital

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Você é uma daquelas pessoas indignadas com a nossa política e não sabe o que fazer para mudar este sistema contaminado por tanta corrupção? Então o convidamos a conhecer o movimento #EuVotoDistrital, uma mobilização social em busca de um Brasil mais democrático, onde o cidadão é mais ouvido, fiscaliza de perto o político eleito e aumenta seu poder no combate à corrupção.

O Voto Distrital corrige deficiências do sistema eleitoral atual e traz uma nova dinâmica de relacionamento entre eleitos e eleitores. Atualmente, os políticos eleitos no Legislativo (deputados federais, deputados estaduais e vereadores) são eleitos pelo voto proporcional, isto é, os partidos políticos ganham cadeiras em proporção ao número de votos que seus candidatos recebem em todo o Estado (ou cidade).

Quanto mais candidatos, mais votos. Um mês após a eleição, 30% dos eleitores já não se lembram em quem votaram, pois votam sem conhecer bem os candidatos. Este número aumenta para 70% em relação às eleições anteriores. Uma vez eleitos, os representantes também não se lembram dos eleitores e agem no Legislativo sem prestar contas a eles.

Com o Voto Distrital, cada Estado (ou cidade) é dividido em pequenos distritos, onde cada partido indica um único candidato por distrito. Cada distrito elege um único representante pela maioria dos votos. O movimento #EuVotoDistrital defende o sistema majoritário de dois turnos, a fim de preservar os interesses das minorias, caso o candidato não tenha 50%+1 dos votos.


Social Way bateu um breve papo exclusivo com a advogada Marcella Monteiro de Barros Coelho (foto), uma das mobilizadoras do Voto Distrital.

Quem está por trás do movimento e qual a sua função no projeto?
Marcella:
O movimento é feito de pessoas (não empresas, não ONGs, não partidos) e não existe hierarquia, os únicos dois princípios são: rede distribuída e não violência (paz). Eu sou uma mobilizadora do movimento, organizo encontros para discussão/conscientização, recolho assinatura em locais públicos (ex: Parque do Ibirapuera), divulgo em redes sociais, ajudo a influenciar meus familiares e amigos, auxiliei na organização do evento no Jardim Ângela com o GOG e grafiteiros, jantares com o Felipe D´Avila (CLP), leilão de arte com renda revertida para o Movimento e etc.
 
Como surgiu o movimento #EuVotoDistrital?
Marcella: O #EuVotoDistrital é um movimento de cidadãos brasileiros, ou seja, de pessoas: trabalhadores, estudantes, empresários, usuários, sociedade, você, todo brasileiro que sonha por um País melhor e mais justo. Nosso objetivo é aprovar pelo Congresso Nacional a Lei que torna o Voto Distrital (voto majoritário uninominal de dois turnos) no sistema eleitoral para eleição de deputados federais, estaduais e vereadores. Nosso primeiro foco é a Eleição de Vereadores em 2012. Nossa meta final: conseguir um milhão de assinaturas, para mostrar aos políticos a mudança que o Brasil quer.

Quais os benefícios da implantação do Voto Distrital?
Marcella: 
Teríamos representantes muito mais próximos, como se fosse o representante do seu bairro ou da sua região.  A fiscalização aumenta, assim como a nossa capacidade de fazer as mudanças que queremos! Nesse sistema, os custos das campanhas eleitorais seriam de 50% a 70%, e efeito Tiririca de puxar votos desapareceria! O Legislativo se fortalece e o poder do cidadão também!

Como as pessoas interessadas podem colaborar?
Marcella: 
É só acessar www.EuVotoDistrital.org.br e clicar em MOBILIZE.

Se interessou pelo projeto?! Então compartilhe o #EuVotoDistrital, assine a petição, participe das discussões e mobilize-se!

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› Rock In Rio Social

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Idealizado pelo empresário brasileiro, Roberto Medina, em 1985, o Rock in Rio é considerado um dos maiores festivais de música e entretenimento do mundo.  Em suas nove edições, o evento já reuniu mais de 5 milhões de pessoas, que aplaudiram ao vivo 656 bandas. Foram mais de 780 horas de música, com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores, em 80 países.

Em setembro deste ano, o Rock in Rio volta para o Rio de Janeiro, e trará atrações internacionais como Katy Perry, Rihanna, Elton John, Red Hot Chili Peppers, Coldplay, Lenny Kravitz, Jay-Z, Steve Wonder e também grandes nomes da música brasileira, mas uma iniciativa especial está chamando a atenção.  É a campanha de doação de instrumentos musicais promovida pelo evento. Serão aceitos instrumentos novos, usados ou até mesmo danificados.

Isso porque o Rock in Rio e a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos montarão uma Oficina de Luthier com o objetivo de formar 40 jovens como assistentes de luthier - profissionais especializados no conserto e manutenção de instrumentos musicais.

As doações poderão ser realizadas até o dia 2 de outubro, nas agências dos Correios credenciadas: clique e veja a lista. Os instrumentos que forem doados fora do Estado do Rio de Janeiro precisam ser entregues embalados, e caso o interessado queira doar um instrumento de grande porte, deverá entrar em contato com a organização através do e-mail porummundomelhor@rockinrio.com.

Os instrumentos serão distribuídos para ONGs de todo Brasil, que trabalham a música como veículo de educação e transformação social. As entidades interessadas em receber os instrumentos deverão se inscrever no site até o dia 2 de outubro, e no dia 1º de novembro serão anunciadas aquelas que serão beneficiadas com a iniciativa.

Se quiserem doar novos, maravilha! Mas muitos de nós temos instrumentos encostados em casa, ou porque um dia tentamos aprender e não deu certo, ou porque perdeu a graça, ou porque um filho fez aula mais novo e mudou de interesse. Enfim, essa é a hora de circular a energia e aproveitar que é por uma boa causa! Sabe quem já doou? Rogério Flausino, Thiago Lacerda,  Jõao Donato, Sandra de Sá, entre muitos outros.
 
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› Ser um grande pai!

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


A mensagem do vídeo acima é passada de modo tão simples que nem parece complexa. Na verdade, é sim simples. Nós é que precisamos de um grande susto para perceber, mas como na vida podemos também aprender com a vivência dos outros, a lição já está passada. Agora é exercer.

A grande dica da Social Way para esse tipo de aprendizado, se você também se preocupa em fazer um mundo melhor para as sua próxima geração, é conhecer as palestras do TED

Caso você nunca tenha ouvido falar, o TED surgiu em 1984 como uma conferência anual na Califórnia, formado por profissionais dos setores de tecnologia, entretenimento e design (origem da sigla) que se reuniam em dias específicos para disseminar idéias, por meio de palestras de 18 minutos, trazendo conteúdos inovadores para cada área.

A iniciativa não demorou a ganhar uma concorrida audiência, que hoje em dia as inscrições costumam se esgotar um ano antes. Cerca de 500 das palestras estão disponíveis no site do evento e já foram acessadas por mais de 50 milhões de pessoas de 150 países. "Acreditamos apaixonadamente no poder das ideias para mudar atitudes, vidas e, em última instância, o mundo", dizem os organizadores do TED que já tiveram entre seus palestrantes personalidades como Bill Clinton, Paul Simon, Bill Gates, Bono Vox, Al Gore, Michelle Obama e Philippe Starck.

Para a nossa sorte, em 2009 o TED chegou ao Brasil, mas com a sigla "x" na frente, que significa que o evento é licenciado, sendo organizado por voluntários. As principais cidades do país já tiveram a oportunidade de conhecer as ideias e pontos de vista de nossos pensadores, sobre a construção prática de um mundo melhor, um conteúdo aberto a todos que não querem mais esperar o futuro. Depoimentos marcantes podem ser vistos pela internet e vale a pena assistir.

Aliás, voltando ao vídeo acima que inicia essa nossa coluna, é que além de ser muito bacana e inspirador,  fala-se muito da missão de um pai e o Dia dos Pais está aí. Esperamos que gostem da nossa dica, e aos papais:  Feliz Dia! Aos outros mortais não-papais, já compraram o presente do seu? O Iguatemi pode te ajudar nessa missão. ; )

› Menos embalagem, mais consciência

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Em um mundo onde não há mais espaço para lixo, soluções eficazes começam, inevitavelmente, a aparecer.  Semelhante a loja londrina Unpackaged, que ainda abrirá esse ano em Austin, no Texas, uma loja totalmente livre de embalagens. (Foto: Designoftheworld.com)

A In.gredients pretende estimular os clientes a levarem suas próprias sacolas e compartimentos na hora das compras. Na loja, basta o cliente pesar a embalagem levada de casa, enchê-la com a mercadoria desejada e pesá-la novamente, pagando apenas a diferença. Quem esquecer de levar o próprio recipiente, poderá comprar opções biodegradáveis que estarão à venda no estabelecimento.

Desta forma, a iniciativa estimula a redução no consumo de embalagens, no desperdício de comida - uma vez que a pessoa irá optar pela quantidade exata que precisa - além do preço final dos produtos. Segundo os irmãos Lane, idealizadores da In.gredients , 40% dos resíduos gerados por uma residência são provenientes das embalagens. Para agravar a situação, muitas delas são utilizadas somente uma vez antes de irem para o lixo.

"Não existe lixo na natureza. Lixo é uma invenção humana. Ser livres de embalagens limita radicalmente a nossa geração de resíduos. Nosso negócio vai ser lixo zero; sua casa pode ser também", comenta os irmãos Lane.

A loja também se compromete a dar preferência a produtos locais e orgânicos, estimular a educação ambiental em sua comunidade e a oferecer a possibilidade de doar parte do valor para ONGs com as quais a In.gredients esteja envolvida.

Entre os produtos que serão comercializados na loja estão grãos orgânicos (arroz, feijão, aveia, cereais), especiarias, chás de folhas soltas e grãos de café, frutas secas e castanhas, ingredientes naturais para panificação (farinhas, açúcares, fermento), óleos (vinagre, azeite), laticínios (leite, iogurte, ovos, queijo), cerveja e vinho locais (os compradores deverão levar coolers e garrafas limpas e vazias), e utensílios domésticos (detergentes, produtos de higiene).

Com certeza, ainda falta muito para diminuirmos o impacto que o lixo gera em nosso planeta, mas já é um começo. A Social Way adoraria fazer suas compras em uma loja como essa, esperamos que em um futuro bem breve esta iniciativa esteja acessível aos consumidores brasileiros! E aí empresários, vamos?

Assista ao vídeo:

› Design Responsável

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Antigamente, os recursos naturais no planeta eram abundantes, e o ser humano não imaginava que um dia seria necessário se preocupar em economizá-los a fim de garantir a sua permanência. Um caso típico de desperdício natural é o da água proveniente da chuva, que raramente é aproveitada por nós. 

Foi pensando nesta nova realidade que o designer holandês Bas van der Veer desenvolveu uma canaleta capaz de armazenar generosos litros de chuva.

A peça traz um design simples e moderno e é composta por um reservatório capaz de armazenar de 3,5 a 5 litros de água (dependendo do modelo). Além disso, ela traz uma torneira e um regador acoplado para ajudar nas tarefas do dia-a-dia.

Infelizmente, as canaletas do designer holandês estão à venda apenas na Europa, mas torcemos para que o produto chegue logo ao Brasil, ou que nossos designers tragam para o nosso mercado produtos inteligentes com este.  
 
Afinal, um país como o nosso "abençoado pela natureza" não pode se dar ao luxo de tanto desperdício. Salve o Design Sustentável! www.socialway.com.br  

› Iguatemi Fashion Run - Ação de Responsabilidade Social

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Modelos, artistas e empresários, pessoas antenadas em moda e esporte estarão no próximo dia 03 de julho (domingo) na 6ª edição do IGUATEMI FASHION RUN. Os tradicionais 5 km da prova terão início no Shopping Iguatemi, com trajeto pelas ruas do Jardim Paulistano.

Em parceria com a ONG Sylvio de Magalhães Padilha (SYMAP), e através da Social Way, o evento convoca todos os participantes à doarem materiais esportivos - novos ou em bom estado de uso - que serão destinados aos jovens esportistas atendidos pela entidade.

A SYMAP foi criada por empresários que vislumbram a grande oportunidade de empreendedorismo e transformação social que o esporte olímpico pode proporcionar. Atualmente o atleta Leandro Prates de Oliveira é a grande referência da ONG, sendo o atual campeão das provas de 1.500 e 5.000m do Troféu Brasil de Atletismo entre outros importantes títulos conquistados. Segue abaixo uma entrevista com este atleta, exemplo de cidadão e esportista brasileiro:

Como você se tornou atleta? Você teve apoio ou resistência por parte da família?
LP: A cultura da minha família, e também do lugar onde eu morava, era totalmente desfavorável ao esporte. Minha primeira experiência com corrida foi aos 17 anos em uma corrida entre escolas, treinei apenas uma semana e venci uma corrida de 6 km. Depois disso, fiquei um ano parado até ir trabalhar em uma metalúrgica onde conheci alguns atletas que gostavam de correr, e comecei a treinar com eles. Com 19 anos já era um dos principias corredores do meu estado e fazia provas de rua nas mais variadas distancias, corri de 5 a 30 km.

Se você não tivesse seguido a carreira de atleta, como seria sua vida hoje?
LP: Certamente eu estaria em minha cidade trabalhando, mas não sei ao certo em qual profissão. O esporte mudou completamente minha vida, me fez ter outra mentalidade e tive a oportunidade de conhecer outros países, conquistar títulos, subir em pódios com a bandeira do meu país, cantar o hino nacional, encher a minha casa de medalhas e ser reconhecido por outras pessoas.

Quais são as suas principais vitórias conquistadas como atleta? Qual foi a sua prova mais difícil?
LP: Em 10 anos de atletismo já conquistei vários troféus, diversas medalhas em provas de rua e de pista, e todas têm significado pra mim. São mais de 200 medalhas e mais de 100 troféus. Alguns títulos tem um significado a mais como os últimos de campeão do Troféu Brasil em duas provas (1500m e 5000m), Campeão Ibero-Americano 3000m, 4 vezes Campeão Estadual 1500m e outros mais antigos como Campeão Sul Americano de milha de rua 2006 nos 1609m, prata em 2007 nos 1500m no Sul Americano adulto, Campeão GP internacional Uberlândia 1500m, campeão GP Argel (Argélia) 1500m e vários outros títulos nacionais e internacionais. Todas as conquistas têm o seu momento e foi preciso muito treino para cada uma delas. Por isso é difícil dizer qual foi a mais difícil, eu diria que nenhuma foi fácil. A que tem maior significado até o momento é o Troféu Brasil, pois estreei neste campeonato em 2004 correndo 10.000m, depois em 2006, 2007 e 2008 fui medalha de bronze e em 2009 não competi pois estava lesionado. Ou seja, foram muitos anos perseguindo uma vitória e em 2010 tive o prazer de conquistar 2 vitórias, uma no 1500m e outra no 5000m.

 

Como foi sua preparação para ganhar o Troféu Brasil? O que esse prêmio significa para você e para a sua carreira?
LP:
Foi dura a preparação para o Troféu Brasil 2010. Em 2009 não pude participar devido a uma lesão, mas sempre tive o desejo de vencer esta prova pela sua importância e por ter um significado especial para todo atleta brasileiro. Fiz uma boa base onde procurei melhorar técnica, velocidade, resistência e para isso foi necessário muito treino que foram feitos em locais com subidas, como a Serra da Cantareira, locais planos como o Parque Ecológico do Tietê e pistas de atletismo de Guarulhos e São Caetano do Sul. Com certeza pra mim, o significado deste campeonato é muito importante, pois entrei para a história do atletismo brasileiro, afinal esta medalha já foi conquistada por grandes nomes do atletismo nacional como o Joaquim Cruz, Hudson de Souza, Marilson Gomes dos Santos e outros grandes atletas de nível internacional e olímpico.

Recentemente você teve um encontro com as crianças da SYMAP. Como você descreveria esse acontecimento?
LP:
É sempre bom ser um exemplo para amigos, familiares, pessoas queridas e para mim foi uma experiência inesquecível, pois fiquei meio sem saber o que dizer para todas aquelas crianças e adolescentes que ali estavam. Acredito que a maioria delas tem o sonho de se tornar um grande atleta. Sabemos as dificuldades para fazer isso se tornar realidade, mas a única coisa que queria deixar de exemplo para elas é de nunca desistir e persistir lutando sempre para realizarem seus sonhos. É muito difícil, mas não é impossível, e o mais importante é levar isso para a vida fora das pistas. A luta e dedicação dentro das pessoas, quando levadas para o dia a dia, com certeza formam um vencedor no campeonato da vida.

Além de ser um atleta em plena ascensão, você é um policial militar. Fale sobre o caso que deu origem à matéria do Bom Dia Brasil na Globo. Como foi salvar a vida de uma criança por telefone?
LP:
Sou atleta há 10 anos e policial há quase três. Entrei para a corporação por que era um sonho de criança e por infelizmente ter passado dificuldades com patrocínio. Então optei por trabalhar em algo que me deixaria feliz, dedicando minhas horas de folga para treinar e competir. Pela dupla jornada tenho que me dedicar bem mais, às vezes treino no sol do meio dia ou em horários noturnos, e sempre procuro trabalhar de forma correta e dedicada assim como faço em relação aos meus treinos. Espero ser um exemplo para outras pessoas, assim como para companheiros de trabalho, atletas, crianças e pessoas fora da corporação. O fato de ter ajudado a salvar uma criança é algo que não tem preço. Este caso por ter sido divulgado na mídia, teve um maior reconhecimento, mas já tive outras duas ocorrências parecidas além de outros vários fatos que pude dar minha contribuição. Espero poder continuar fazendo as duas coisas, na PM ajudando a comunidade, e no esporte conquistando medalhas.

Qual a importância do papel da SYMAP na sua carreira como atleta e na sua vida pessoal?
LP: Entrei para a SYMAP em 2005 e antes corria provas de rua. No mesmo ano tive problemas de saúde após uma corrida e um diagnóstico médico errado na época me fez pensar em parar de correr. No mesmo período o meu primeiro treinador Luiz Fernando me apresentou o Marco Antonio Oliveira (Marcão) que era treinador da SYMAP. Resolvi mudar de prova deixar as provas longas de 10km, 15km, meia maratona e começar tudo de novo treinando para os 1500m pois o ambos treinadores me acompanhavam e viram que eu tinha facilidade em tiros rápidos. Desde então tive oportunidade de conquistar várias medalhas dentro e fora do país e representar bem a ONG por todos estes anos. Já tive convites para deixá-la, mas até hoje optei por permanecer, em função da oportunidade de conquistar os títulos os quais tenho hoje.

Na sua opinião, qual a importância do esporte na formação da vida de um jovem?
LP: O esporte é fantástico, pois nos ensina muitas coisas, nos mostra a realidade. A vida é uma competição e assim como no esporte podemos ser vencedores. Basta acreditar, querer muito e ir em busca do daquilo que desejamos fazendo de tudo para ultrapassar as barreiras do dia-a-dia. O jovem que quer se tornar um atleta, em especial no atletismo. Vai ter que se dedicar,  mas infelizmente não temos pistas abertas para todos e nem sempre dispomos de dinheiro para comprar sapatilhas, e nem sempre nossa família e nossos amigos nos apóiam. O importante é não colocarmos barreiras no nosso caminho e passar sobre aquelas que já temos. Na minha cidade não tinha pista de atletismo e eu poderia não treinar, mas fiz o contrário. Eu  fazia tiros em estradas de chão com marcações feitas por galhos de árvore, assim como na Etiópia, país formador de grandes atletas campeões e recordistas olímpicos e mundiais em todas as distancias de meio fundo e maratona, com uma única pista de atletismo emborrachada muitos atletas treinam na força de vontade, sem comer direito, sem ter calçado apropriado, em busca do seu sonho. Gostaria que nosso país se tornasse potência olímpica, pois temos tudo aqui: ambiente apropriado para treinar e material humano. Independente da característica de cada prova, o Brasil é um país miscigenado com pessoas dedicadas, mas a única coisa que falta é apresentar o esporte as pessoas e dar a elas condições de treino. São milhões de brasileiros que nunca tiveram oportunidade de conhecer o esporte. Não é necessário gastar milhões em construções de pistas e alojamentos, bastaria usar o atletismo na escola, em parques municipais e pequenos projetos para aí encaminhar os esportistas para os centros de treinamento. Vamos pensar em atingir uma grande quantidade de pessoas, antes “pouco para muitos” do que “muito para poucos”.

(entrevista cedida pela ONG SYMAP)

› Playing for Change no Brasil

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Provavelmente, você deve ter sido uma das mais de 30 milhões de pessoas que assistiram na internet o clipe da música Stand By Me por um grupo de artistas de rua de diferentes países. Veja abaixo:


Para aqueles que não conhecem, trata-se do projeto Playing for Change, um movimento multimídia criado para inspirar, conectar, e trazer paz ao mundo através da música. O projeto foi criado em 2009 pelo engenheiro de som Mark Johnson, e reúne pessoas que de fato se preocupam em fazer algo para mudar o planeta.

Entre as iniciativas, o projeto foi transformado em uma fundação, e já em 2009 foi criada uma escola de música na África do Sul. Atualmente, o projeto conta com mais três escolas, além de manter uma parceria com a NASA, responsável por  desenvolver uma ferramenta para que as aulas de música possam ser acompanhadas online por artistas de todos os cantos do mundo. 

O projeto Playing for Change cresceu e já rende o 2º CD e DVD. Hoje, 15 de junho, parte dos artistas que participam do projeto composto por oito percussionistas, ao lado de músicos do Mali (África), Estados Unidos, Índia, Jamaica e Japão, faz sua 1ª apresentação no Brasil no Bourbon Street, em São Paulo. Na sequência, o grupo se apresenta dia 16, no 10º Jazz Festival Brasil, em Belo Horizonte (MG), e no dia 18, no 3º Bourbon Festival ,em Paraty (RJ).  No repertório, canções como Birds Three Little e Redemption Song (Bob Marley), Higher Ground (Stevie Wonder) e Imagine (John Lennon).

Se você gostou do projeto e quer estar mais perto da iniciativa, clique e confira a agenda de shows!

Veja também:
Facebook do Playing for Change  e Canal Youtube do projeto

› Quebrando o Tabu

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Quebrar um tabu nunca foi uma tarefa fácil, ainda mais quando o assunto envolve a questão da descriminalização das drogas. A convite do diretor Fernando Groisten e próximo de completar 80 anos, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu assumir esta delicada tarefa e participa do filme "Quebrando o Tabu" (veja o trailer acima), que tem como principal objetivo o debate sobre o complexo problema das drogas no Brasil e no mundo.

FHC diz: "A guerra ao tráfico de drogas fracassou", e acredita que a grande saída é atacar o consumo, assim como ocorre com o cigarro, por meio de campanhas educativas. O filme busca o diálogo franco com a sociedade a respeito do tema de forma mais humana e eficaz, do que as propostas na "guerra às drogas", iniciada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, em 1971, no auge do movimento de contracultura, no qual as drogas tinham um papel de protagonismo.

O documentário conta com diversas opiniões, como dos ex-presidentes americanos George W. Bush e Bill Clinton, do médico Dráuzio Varella e do escritor Paulo Coelho, além de especialistas internacionais que analisam o trabalho de repressão ao tráfico de drogas em diferentes países. Resumindo, o material traz uma discussão séria, pertinente e de alto nível.

A pré-estreia foi ontem e coletamos algumas opiniões de quem já viu, online, via Facebook. Vivi Mascaro diz "FHC deu um show no filme, vocês precisam assistir. Exemplo e coragem"; Paulo Machline postou "Recomendo o novo documentário do Fernando Grostein Andrade, Quebrando o Tabu, visão bem interessante sobre a questão das drogas. Vale a pena ver e entrar na discussão". Já nossa vizinha de coluna aqui no site, Joanna Guinle, comenta "Excelente! Até que enfim alguém tem peito e trata do assunto sem hipocrisia"; e para completar, Marcella Monteiro de Barros fecha com "O filme coloca o tema das drogas na pauta, de forma séria e com dados, não de forma política, hipócrita e leviana".

Dia 3 de junho nos cinemas, a Social Way recomenda! 

› Entrevista Lilian Pacce

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Apresentadora e coordenadora editorial do GNT Fashion, Lilian Pacce é uma autoridade em moda e tem um olhar de lince para todo tipo de comportamento relacionado ao assunto. Além da formação como  jornalista, Lilian estudou no London College of Fashion e na Saint Martin’s School of Fashion.

Lilian é crítica de moda do jornal "O Estado de São Paulo", ministra palestras sobre moda, tendências, comportamento e ecotendências, e é também autora de diversos livros.

A apresentadora é pioneira na campanha contra o uso de sacolas de plástico descartável e convidada por Eduardo Jorge, secretário do Verde e do  Meio Ambiente, fez a curadoria da exposição do lançamento da campanha "Eu Não Sou de Plástico", em 2007. Para mostrar ao consumidor que é possível colaborar com o meio ambiente sem perder o estilo, a Social Way conversou com Lilian. Confira a entrevista abaixo:

Em seu site, que é o canal de moda do MSN, você tem uma coluna chamada "Recicle-se", que aborda tendências sustentáveis na moda. Como é a receptividade do seu público junto ao tema?
Lilian Pacce:
Meu público é super receptivo ao canal, que aborda de maneira moderna a questão da sustentabilidade e da biodiversidade. No "Recicle-se" a gente destaca ações, produtos ou projetos que tratam a sustentabilidade com valor agregado estético e/ou funcional. Na verdade foi uma surpresa porque vimos que assunto não falta.

Em 2009 você lançou o livro "Ecobags - Moda e meio ambiente". Na sua opinião, já é possível notar uma mudança no comportamento dos consumidores em relação ao uso de sacolas ecologicamente corretas? Alguma novidade nesse assunto desde 2009?
Lilian Pacce:
Sem dúvida houve uma grande mudança a começar pela conscientização sobre o quanto as sacolas plásticas são nocivas. Viajei o Brasil todo para o lançamento do livro e a exposição das 120 ecobags criadas por estilistas brasileiros. Agora, essa iniciativa vai ser eternizada com uma obra criada especialmente pelos irmãos Campana para o Senac, utilizando todas as ecobags.

Hoje em dia, nomes como Stella McCartney, Calvin Klein, Ralph Lauren, entre outros, são totalmente contra a utilização de produtos de origem animal, casacos de pele, couro e cosméticos que realizam testes em animais. O que você acha desta tendência que vem ganhando cada vez mais adeptos na moda?
Lilian Pacce:
A maioria das marcas de luxo está buscando novos caminhos de criação e produção, a fim de diminuir o impacto no meio ambiente. Toda iniciativa nesse sentido é muito bem vinda.

A brasileira Gisele Bündchen, além de uma top model mundialmente consagrada, tem sua imagem cada vez mais associada às questões sócio-ambientais. Em seu site oficial, boa parte do conteúdo aborda este tema. Na sua opinião, qual será o impacto da imagem da top para as próximas gerações? 
Lilian Pacce:
A Gisele é uma referência tanto para meninas de 5 anos, quanto para mulheres de 50. Seu papel na divulgação de atitudes eco friendly tem uma repercussão enorme, o que ajuda a conscientizar mais pessoas.

Através do São Paulo Fashion Week, o Brasil é hoje respeitado internacionalmente na moda. Uma das marcas de destaque no evento é a brasileiríssima Osklen, que vem ampliando seu reconhecimento pelo mundo afora. Você acredita que esse resultado também está relacionado com o fato dela ser uma marca que sempre apostou no discurso "eco friendly"?
Lilian Pacce: Claro que seu envolvimento com sustentabilidade agrega muito valor, mas ele por si só não se sustentaria sem uma base sólida de modelo de negócio e criação.

O Iguatemi é reconhecido como o shopping das mais concorridas marcas e grifes do mundo da moda. Você, como uma expert do setor, tem alguma dica para quem deseja se alinhar aos avanços sustentáveis?
Lilian Pacce:
A cada dia que passa fica mais fácil incorporar atitudes eco friendly, pois o mundo pede por isso. Ser eco friendly é na verdade ser ego friendly, ou seja, ao preservar o meio ambiente você preserva sua própria vida. Isso vai desde apagar a luz quando você sai da sala, até o consumo consciente.

› Botswana no olhar de Janaína Matarazzo

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Janaína Matarazzo, 34 anos e filiada ao PV, sempre foi uma rebelde com a vida, no melhor sentido da palavra rebeldia. É daquelas poucas pessoas que não se dá por satisfeita ao ver as diferenças sociais, a injustiça, e as barbaridades que o ser humano exerce, seja na política ou no meio ambiente.

Falamos com propriedade, pois temos uma grande amizade com ela, e acompanhamos diversas vezes as quais ela deu trabalho, mais uma vez no melhor sentido de dar trabalho. É o de questionar, querer entender e o de enfrentar se preciso, atitudes as quais a Social Way admira. Precisamos de mais "Janainas" no mundo. Na sua vida, passou por design, foi corretora de imóveis por muitos anos, e passou também por marketing.

Sua vontade sempre foi a de trabalhar para o Greenpeace, mas foi há alguns poucos anos atrás, ao cursar o CEATS (Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor), que sua vida mudou. Dali trabalhou na prefeitura, e o próximo passo foi deixar para trás sua família, amigos e a vida bem relacionada e divertida que tinha em São Paulo para coordenar um incrível projeto na África. Leia a entrevista abaixo e saiba mais dos passos dessa jovem muito especial.

SW: Como você foi parar na África? Nos conte um pouco mais da sua experiência em Botswana?
Janaína Matarazzo: Sempre tive o sonho de conhecer a natureza e os animais da África. Sem nunca ter ido para lá, pesquisei por um ano sobre todos os projetos que lá existiam até decidir qual eu gostaria de conhecer. Quando achei, fui para ficar três meses com o objetivo de me aprofundar, conhecer a vida selvagem e melhorar meu inglês.

Hoje faz quase três anos que me mudei pra Botswana e coordeno um projeto chamado Water For Life, que lida com projetos de conservação, sustentabilidade e projetos sociais, tudo em prol da natureza e dos animais. Fiquei impressionada com a realidade do que encontrei, e ao perceber que eu poderia ajudar a preservar a natureza, vi que não conseguiria voltar a morar em São Paulo. 

SW: Conte-nos mais a respeito deste projeto.
Janaína Matarazzo:
O projeto faz parte do conceito turismo sustentável que foi criado pelo Sáfari Camp chamado Meno A Kwena, que significa "dente de crocodilo" na língua local. Botswana é uma das últimas áreas do planeta ainda super selvagem e intocável e tem que ser preservada ao máximo, evitando que o desenvolvimento mais uma vez tome espaço deixando os animais vivendo em cercas e áreas fechadas. O turismo é mesmo uma das alternativas para preservar a natureza.

SW: O que mais chama a sua atenção quanto a preservação ambiental do lugar?   
Janaína Matarazzo:
Antes de ir a Botswana eu não tinha ideia de que áreas como aquela já eram separadas por enormes cercas que dividem a 2ª maior economia do país, o boi, de uma das últimas preciosas e maravilhosas naturezas, os animais selvagens. Aquela situação realmente me assustou e ficou muito claro que era urgente ajudar a preservar aquilo tudo. O projeto que eu coordeno dá a oportunidade à pessoas tanto de visitar como turistas, quanto de ir em um esquema "voluntourismo", palavra nova que vem crescendo no mundo inteiro onde pessoas viajam por uma causa. É uma viagem para conservação da natureza, clique aqui para saber mais.

SW: O que mudou no estilo de vida em Botsuana?   
Janaína Matarazzo:
No esquema de vida que ando levando por lá, tenho usado menos água, menos energia, e sempre criando alternativas pra usar menos da natureza, respeitando assim ainda mais o meio ambiente. É sem dúvida uma vida muito mais saudável e muito mais interessante! Tomar um banho ao ar livre vendo elefantes nadando no rio, num belo por sol, na minha opinião é um dos verdadeiros prazeres da vida!

SW: Fora o projeto Water for Life, existem outros projetos sociais na região que você teve oportunidade de conhecer? Como podemos ajudar?
Janaína Matarazzo: Os trabalhos sociais que acontecem na comunidade chamada Moreomaoto, que fica 15km do camp, são na maioria ligados a arte. Tem uma bandinha de música para crianças, tem um estúdio de arte onde jovens fazem produtos, desde papel machê, até silkscreen em camisetas, tem também uma biblioteca que é um projeto novo onde eles terão acesso a computador e muitos livros. Muitas das doações vêm de turistas interessados em ajudar. A combinação do turismo com a comunidade tem dado muito certo e tem trazido muitos resultados positivos.

SW: O que te motiva?
Janaína Matarazzo:
O que me motiva é o resultado das coisas que estou desenvolvendo. Entender como cuidar da natureza é maravilhoso. Eu amo o que faço e estou muito feliz com minhas escolhas. Ajudar a natureza e pessoas com certeza e algo que não tem preço! Nesse site conto mais sobre a minha experiência: www.janainamatarazzo.com

› Código Florestal Brasileiro em perigo

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

A Social Way e o Shopping Iguatemi gostariam de informar vocês sobre o que está por trás do novo Código Florestal Brasileiro que está para ser votado na Câmara dos Deputados. Assista ao vídeo, produzido pelo Instituto Boticário e que tem o apoio de nomes de peso como Gisele Bundchen, S.O.S Mata Atlântica e WWF.


A sugestão de alteração do código, apresentado pelo Deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), mostra claramente que as medidas propostas arruínam as metas brasileiras - apresentadas pelo Governo Brasileiro na COP15 e incluídas na Lei Federal nº 12.187/2009 – para redução de emissões de gases de efeito estufa a partir de desmatamento.

Dentre outras várias flexibilizações do Código Florestal, o texto em discussão anistia o desmatamento ilegal ocorrido até 22 de junho de 2008, isenta de reservas legais as propriedades rurais de até quatro módulos fiscais, e, finalmente, e de forma mais determinante, institui um período de cinco anos de regularização voluntária, com suspensão de multas, até que governos Estaduais implementem planos de regularização ambiental. Claramente, nós vemos aí uma liberação do desmatamento em todo o país, de forma irrestrita.

Especialistas concordam que as alterações propostas pelos ruralistas para o Código Florestal podem levar a terríveis consequências, como agravamento de enchentes e deslizamentos, assoreamento de rios, perdas para a própria produção agrícola. Mas os ruralistas não escutam e querem aprovar a proposta de qualquer jeito.

Caso você tenha interesse em assinar o manifesto contra a aprovação das propostas de alteração do Código Florestal Brasileiro que aumentam o desmatamento e anistiam crimes ambientais, favor acessar este site e registrar sua vontade: o objetivo é atingir 200 mil assinaturas.

Somente com uma sociedade unida conseguiremos combater os interesses de uma pequena classe, que sempre comprometem o futuro de toda uma nação. Reflita, e faça a sua parte!

› A Ativista Fashion

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Dia 23, foi lançada na C&A do Shopping Iguatemi a 1ªcoleção assinada pela estilista inglesa, Stella McCartney, mas como essa coluna não é sobre moda, aproveitamos o momento para dar destaque à uma outra característica marcante de Stella McCartney: a sua preocupação com a moda ecologicamente correta.

Filha do ex-Beatle Paul McCartney com a fotógrafa Lisa McCartney (falecida em 1998), Stella teve uma infância distante dos holofotes do pai. Estudou em escola pública e se formou em moda na Central Saint Martins College of Art and Design. Com uma carreira meteórica, logo recebeu o convite para dirigir a marca Chloé e substituir ninguém menos do que Karl Lagerfeld, e em 2001 sob o guarda-chuva do grupo Gucci, seguiu como estilista da sua própria marca.
 
Ela é vegetariana, característica herdada dos pais, e a favor dos direitos dos animais, sendo declaradamente uma apoiadora da organização PETA (People for the Ethical Treatment of Animals ).

Stella se recusa a utilizar couros e peles em suas linhas de roupas e acessórios, e acabou se tornando, em 2004, a pioneira em uso de materiais alternativos nas linhas esportivas que criou para as marcas Adidas e Puma. Em 2009, a estilista desenhou uma coleção infantil para a GAP Kids, com a campanha toda voltada para a conscientização da proteção dos animais. Sucesso absoluto!

Como não poderia ser diferente, no segmento de produtos de beleza, chamado Care by Stella McCartney, a marca tem certificado de 100% orgânica com processos que agridem menos a natureza. A sociedade agradece, precisamos cada vez de exemplos como esses. Formadores de opinião, façam sua parte! Obrigado Stella.

www.socialway.com.br 

 

› Hora do Planeta - Apague as luzes para ver um mundo melhor

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Como forma de multiplicar iniciativas conscientes, o post da nossa coluna dará espaço para a divulgação da Hora do Planeta 2011, uma ação mundial promovida pela organização WWF.

A Hora do Planeta é um ato simbólico, no qual governos, empresas, e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante 60 minutos. Em 2010, mais de 1 bilhão de pessoas foram impactadas com a mobilização. Para este ano, se espera uma adesão ainda maior.

A ação acontecerá agora nesse sábado, 26 de março, entre 20h30 e 21h30.  Apague as luzes, curta um ambiente a luz de velas por uma hora e faça parte. Até na home do site da Gisele Bundchen só se fala disso, e ao acionar o interruptor que surge nas páginas, as telas ficam "apagadas", cobertas por uma película escura, e destacam um vídeo da ação.

Falamos exclusivamente com a WWF Brasil e trouxemos mais informações para os clientes Iguatemi, acompanhe:

SW: Como tem sido ao longo dos anos a receptividade da população, empresas e governos em relação à "Hora do Planeta"?
WWF: A receptividade da população brasileira e mundial  para a Hora do Planeta é muito grande e vem crescendo ao longo dos anos. O movimento começou em 2007 em Sidney, Austrália, quando 2,2 milhões de moradores de Sidney apagaram as luzes por uma hora. Em 2008, pessoas de 35 países e 371 cidades apagaram as luzes por uma hora. O Coliseu, em Roma (Itália), e a Golden Gate, em São Francisco (Estados Unidos), foram alguns dos ícones globais que tiveram suas luzes desligadas na 2ª edição da Hora do Planeta.

Em 2009, 1º ano da realização da Hora do Planeta no Brasil, mais de 4 mil cidades em 88 países do mundo aderiram ao movimento. No Brasil, o número de adesões surpreendeu e foram realizados eventos em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Em 2010, a Hora do Planeta foi um sucesso absoluto, com recordes estabelecidos no mundo e no Brasil. Globalmente, 105 nações, 4.211 cidades e 56 capitais nacionais aderiram. Já no Brasil, mais de três mil empresas, 579 organizações, três governos e 98 prefeituras participaram do movimento simbólico de alerta contra o aquecimento global e em favor da conservação de ecossistemas terrestres e aquáticos.

Em 2011, 13 novos países aderiram à Hora do Planeta. São eles: Jamaica, Uganda, Irã, Tajiquistão, Chad, o Azerbaijão, Gibraltar, Palestina, Suriname, Uzbequistão, Trinidad e Tobago e Lesoto. Já são cerca de 3.800 cidades, em 131 países, sendo 26 mega-cidades, entre as quais, Délhi, Mumbai, Buenos Aires, Moscou, Teerã, Istambul, Londres e Rio de Janeiro. Os sete continentes e todos os países que compõem o G-20 também estão representados.

Neste ano de 2011, o WWF-Brasil convida as pessoas a apagarem suas luzes no dia 26 de março, das 20h30 às 21h30, mas também a se comprometer com a questão ambiental depois da Hora do Planeta e se engajar nessa busca de um planeta sustentável, com implementação de ações e políticas públicas coerentes.

SW: Para a WWF, a questão do aquecimento global deve ser entendido pela sociedade como um assunto emergencial? Por quê?
WWF: No último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão das Nações Unidas responsável por produzir informações científicas) os cientistas afirmaram que há 90% de certeza que o aumento de temperatura na Terra está sendo causado pelas atividades humanas.

São várias as consequências do aquecimento global. Algumas delas já podem ser sentidas em diferentes partes do planeta como o aumento da intensidade de eventos de extremos climáticos (furacões, tempestades tropicais, inundações, ondas de calor, seca ou deslizamentos de terra). Além disso, os cientistas hoje já observam o aumento do nível do mar por causa do derretimento das calotas polares e o aumento da temperatura média do planeta em 0,8º C, desde a Revolução Industrial. Acima de 2º C, efeitos potencialmente catastróficos poderiam acontecer, comprometendo seriamente os esforços de desenvolvimento dos países.

Conforme dados oficiais, as emissões brasileiras de gases de efeito estufa, causadores do aquecimento global, aumentaram cerca de 60%, entre 1990 e 2005. O desmatamento ainda é o principal vilão das emissões nacionais. A agricultura aparece em seguida e o setor de energia é responsável.

Sendo assim, é essencial que o governo brasileiro continue firme no esforço de redução do desmatamento, principal causa de emissões de gases de efeito estufo no Brasil, e, para isso, é ainda fundamental evitar mudanças drásticas no Código Florestal Brasileiro.

SW:A WWF acredita que a sociedade brasileira está devidamente informada para as questões da proteção de sua biodiversidade?
WWF: Infelizmente, a preocupação com o meio ambiente e a proteção da biodiversidade ainda não estão devidamente incorporados na cultura da sociedade brasileira. No entanto, é necessário reconhecer que o tema ambiental vem ganhando visibilidade e grande parte da sociedade, apesar de não necessariamente dominar o assunto, é sensibilizada e sabe que existe uma urgente necessidade de se preservar a vida em todas as suas formas no planeta em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, além de desenvolver projetos de conservação da natureza, também trabalha para que cada vez mais os brasileiros tenham informações qualificadas sobre o tema e se engajem nessa batalha para salvar o planeta

SW: Qual(is) a(s) dica(s) que a WWF tem para aquelas pessoas que se interessam pelo assunto, e que gostariam de se engajar efetivamente?
WWF:
Existem diversas maneiras de contribuir com a conservação do meio ambiente, desde importantes iniciativas individuais de mudanças de hábitos até se filiar a uma organização ambientalista ou mesmo mobilizar seu círculo social para a proteção do meio ambiente.

Uma maneira interessante de saber qual o impacto de cada indivíduo sobre o planeta é o cálculo da pegada ecológica. O índice, desenvolvido pela Rede WWF, calcula quanto cada pessoa consome de recursos naturais e aponta quantos planetas seriam necessários para sustentar a população mundial, caso todos tivessem os mesmos hábitos indicados no questionário. Além disso, nunca é demais lembrar alguns hábitos que fazem a diferença no impacto global sobre o planeta:

- Utilize uma sacola para as compras e dispense as sacolinhas de plástico,
- Reduza o uso de embalagens, 
- Nunca é demais lembrar: recicle
- Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético, 
- Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes, 
- Use somente pilhas e baterias recarregáveis
- Não troque o seu celular
- Deixe seu carro em casa sempre que possível, dê preferência a bicicletas, andar a pé e ao transporte público.
- Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente
- No hotel, economize toalhas e lençóis
- Vá de escada em vez de elevador
- Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes, acompanhe discussões sobre o tema e certifique-se de que os seus interesses - e de todo o planeta - sejam atendidos. 

› Entrevista exclusiva com Rubens Barrichello

Por SOCIAL WAY (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

A paixão de Rubens Barrichello pelo automobilismo começou quando ele tinha apenas 6 anos e ganhou um carro de kart do avô, modalidade onde foi cinco vezes campeão. Rubens pegou gosto pelo esporte e nunca mais parou, o piloto já correu para Fórmula Ford, Fórmula Opel, Fórmula 3 e 3000, e em 1992, Rubens foi convidado para atuar da Fórmula 1.

Barrichello é o piloto recordista de participações na categoria com 306 corridas. Já subiu 68 vezes ao pódio, conquistou 11 vitórias e 14 pole positions, somando assim 602 pontos, o que o faz o quarto melhor piloto da história. Rubens passou pelas melhores equipes como Jordan, Stewart, Ferrari, Honda e Brawn. Atualmente Barrichello corre pela escuderia Willians e se prepara para estrear a temporada 2011.

Fora das pistas, Rubinho é casado com Silvana desde 1997 e tem dois filhos, Eduardo e Fernando. É praticante de golfe e um grande incentivador do esporte no Brasil, sendo, inclusive, idealizador da Febragolfe, a maior feira de golfe da América Latina. Barrichello também é fundador do Instituto Barrichello Kanaan, o IBK, em parceria com seu grande amigo Tony Kanaan, projeto iniciado em 2005.
Acompanhe agora a entrevista especialmente cedida à Social Way:

Como foi despertado o seu interesse em atuar na área social? E como surgiu a parceria com o Tony Kanaan e do IBK?
RB: A gente sempre ajudou de uma forma assistencialista. Lembro que a idéia começou quando fomos dar um tênis e um agasalho para a molecada que cuidava dos nossos karts em Interlagos. Ali, eu e o Tony conversamos e decidimos que quando estivéssemos com a carreira bem sucedida, a gente montaria uma instituição para ajudar e retribuir toda a ajuda que nós tivemos. Então, foi assim que nasceu a idéia do IBK.
 
Quais os projetos realizados pelo IBK?
RB: O IBK oferece apoio financeiro e técnico para entidades do terceiro setor e escolas públicas. Nós dispomos de alguns núcleos de basquete que utilizam a prática esportiva com o objetivo de promover o resgate da unidade familiar e desenvolvimento social e, com isso, dando uma nova perspectiva de vida para crianças, jovens e adultos também, que são os reflexos dos filhos em casa.
 O IBK desenvolve 4 projetos, sendo 3 desses em parceria com escolas públicas e organizações não governamentais: O PROJETO BASQUETE, inspirado no filme “Coach Carter”, utiliza o esporte como ferramenta de transformação social beneficiando mais de 500 crianças e vem mudando a realidade dentro da sala de aula, pois estimula a aplicação escolar por intermédio da meritocracia e o aprender a ser e a conviver.
O PROJETO MARATONA IBK, que é um evento semestral, onde mais de 500 crianças são envolvidos em uma competição de basquete na quadra e paralelamente acontece um circuito de jogos e atividades cooperativas, premiando sempre os melhores alunos e privilegia o fair-play.
O PROJETO INFORMÁTICA PARA IDOSOS, promove a inclusão digital de idosos e já foi até premiado em um concurso de projetos sociais pela viabilidade, pois tem um custo baixo e um impacto social relevante.
O PROJETO DE VIDA, uma ação mais pontual que ainda é piloto, que visa apoiar um jovem a buscar alternativas de sustentabilidade para a sua vida.
 
De que forma as pessoas interessadas (pessoa física ou jurídica) podem colaborar com a entidade?
RB: Nós precisamos de apoio para atingir um número cada vez maior de beneficiados e, por isso, precisamos de empresas e amigos do IBK. A melhor forma é entrar em contato com o IBK, pelo site www.ibk.org.br , que lá tem todos os detalhes de como ajudar.
 
Esse envolvimento com o Terceiro Setor transformou algo em sua vida? De que maneira?
RB: Com certeza, mudou e muda sempre. O contato com a criançada é realmente gratificante e ver a transformação que conseguimos realizar na vida de cada criança é também uma vitoria. Aliás, quando eu parar de correr na F1, quero dedicar muito do meu tempo ao IBK e as causas sociais. Esse é o meu objetivo mais claro depois que sair da F1.
 
Em 2007 a Honda (escuderia defendida por Rubens na época) substituiu os anúncios e patrocínios em seus carros da temporada por uma imagem enorme da Terra para despertar consciência sobre questões ambientais. Qual o feedback que você teve com esta experiência que ainda é tão tímida na F1?
RB: O esporte e a sociedade em si estão bem preocupadas com o futuro do meio-ambiente, da consciência ecológica etc...esses assuntos são frequentes hoje, e achei a iniciativa da Honda bem bacana na época. A F1, com tantas montadoras e empresas comprometidas com essa causa, com certeza terá um movimento mais forte e a preocupação de todos como consequência. Então, vejo um caminho positivo nesse lado no automobilismo como um todo.
 
Você enxerga a F1 interessada em explorar ações de responsabilidade social e ambiental que possam de alguma maneira influenciar os admiradores do automobilismo?
RB: A F1 tem uma amplitude bem grande, desde o ponto de vista comercial como esportivo também, então, pode ser sim uma ferramenta de divulgar causas sociais e ambientais. Acredito sim que possa ter um grande impacto nos fãs de automobilismo através da conscientização, as vezes pequenos gestos como desligar aparelhos da tomada poder ajudar a preservação ambiental.
 
Que mensagem você deixaria para as pessoas que não ainda não se envolveram com o Terceiro Setor?
RB: A mensagem de otimismo, de ver que precisamos sim olhar para o lado e ajudar aqueles que necessitam mais e de uma forma muito prazerosa. Não só o ajudar dando algo material, e sim, pensando em como dar uma perspectiva melhor para famílias que hoje se perdem nesse olhar de futuro. Então, apóiem não só o meu instituto, mas existem muitas ONGs que fazem um trabalho sério e fantástico de apoio. Acredito ser um dos nossos deveres como cidadão.

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› Lixo Extraordinário

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Este ano o cinema brasileiro será representado no Oscar, com o filme "Lixo Extraordinário", na categoria documentário.

Trata-se do relato sobre o trabalho do artista plástico Vik Muniz (auto-retrato do artista ao lado) com os catadores do lixão do Jardim Gramacho, no RJ (foto abaixo).

O local recebe, por dia, mais de 7 mil toneladas de lixo, provenientes de mais dois municípios da Baixada Fluminense e também da cidade do Rio de Janeiro.

"Lixo Extraordinário" tem como "atores principais" as pessoas que separam o lixo do maior aterro sanitário do mundo.

O documentário fala tanto do trabalho de Vik, como do poder transformador através da arte, que é capaz de alterar não só a realidade das pessoas, mas ainda a percepção de mundo que elas têm. 

O objetivo deste projeto foi arrecadar dinheiro com a venda das obras para ajudá-los a melhorar de vida. Nós gostaríamos de convidá-los, ao assistir o filme, a refletir sobre a questão da marginalização daquelas pessoas, que são absolutamente excluídas da sociedade, e como temos o poder de transformação se quisermos.

Nossos catadores brasileiros agora estão mundialmente famosos com a indicação ao Oscar de melhor documentário. E serão os renegados de nossa sociedade classicista, talvez, os primeiros a darem ao Brasil o título de vencedor do Oscar. Estamos na torcida!

Assista ao trailer abaixo:

Uma observação: na hora de resolver o problema, é preciso pensar em tudo. Está circulando a ideia de uma prometida desativação do lixão do Jardim Gramacho em 2011, que não se sabe ao certo se acontecerá, mas são três mil pessoas que sobrevivem diretamente da coleta de materiais para reciclagem ali. 

Existe a Associação dos Catadores do Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho (Acamjg), que reúne 100 associados, mas tem mais de 1,5 mil pessoas cadastradas. Que desativem, mas que criem uma solução de emprego e sobrevivência para essas três mil pessoas para que não se gere um novo problema.

Que tal a capacitação oficial para trabalhar com as coletas seletivas de forma organizada?

OBS: Para conhecer mais do lixão, a Social Way também indica "Estamira", um documentário que foi vencedor de 23 prêmios nacionais e internacionais, clique aqui e saiba mais!

› Solidariedade na ponte aérea

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)


Não é apenas a região serrana do Rio que tem sofrido com a chuva. Aqui em São Paulo os temporais têm provocado mortes e deixado muita gente sem teto. Mas mesmo enfrentando problemas graves, a população da nossa cidade tem encontrado tempo para a solidariedade.

O caos e a tristeza por lá são grandes e o número de óbitos não para de crescer. Por isso, a Social Way junto ao Iguatemi, divulga alguns dos pontos que estão recebendo os donativos:

Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar do Iguatemi está recebendo doações (alimentos não perecíveis, roupas e cobertores), ou através da internet pelo delivery, clique aqui.

Cruz Vermelha SP 
Prioridades:  alimentos não perecíveis, de fácil consumo e preparação/ leite/ Itens de higiene pessoal e limpeza (sabão em pedra, fraldas descartáveis, papel higiênico, etc).
Endereço para entrega: Av. Moreira Guimarães, 699, Indianópolis (próximo ao aeroporto de Congonhas) / De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. (11) 5056-8667 / voluntariado@cvbsp.org.br

Defesa Civil SP 
Endereço: R. Afonso Pena, 130 (Bom Retiro)
Fone/fax: 3313-5726

LBV - Legião da Boa Vontade
Endereço: Av. Rudge, 700 (Bom Retiro)
Fone: 3225-4500

Doações em dinheiro:

Itaú/Unibanco
Fundo Estadual de Assistência Social do Estado do Rio de Janeiro 
Itaú (341), agência 5673, C/C 00594-7, CNPJ: 02932524/0001-46.
As agências também estão funcionando como postos de coleta de roupas, cobertores, agasalhos, calçados, materiais de limpeza e higiene, água e alimentos não perecíveis.

Para ajudar os animais vítimas da tragédia no Rio de Janeiro:


Instituto Univida de Proteção Animal
Banco Itaú: agência: 6542; C/C 06841-3 e CNPJ 09.338.606/0001-06

› Ação Social

Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

projeto busca através de um ato gentil usar a flor como veículo de amor e vida para levar carinho e atenção aos idosos.

O Flor Gentil, criado pela florista Helena Lunardelli e com a parceria do site Yes Wedding, estende a vida útil de plantas,  reutilizando flores que são descartadas em ótimo estado após eventos como casamentos (sustentabilidade).

No dia seguinte do evento doador, o Flor Gentil retira as flores e leva até a central – onde são preparados bouquets para serem entregues em asilos e casas de repouso.

As instituições parceiras recebem periodicamente a visita do Flor Gentil e cada idoso recebe o seu bouquet de flores, carinho e atenção, proporcionando a essas pessoas um ambiente mais vivo e feliz.

Já são doadores frequentes nomes como Aparecida Helena Flores e Lucia Milan, Flor e Forma, José Antônio de Castro Bernardes e Lais Aguiar.

A Social Way conversou com a florista, e traz para vocês uma mini-entrevista sobre esse seu novo projeto de vida.

SW: Como surgiu a ideia do projeto Flor Gentil?
Helena:
Já ha algum tempo vinha questionando o rumo das flores após os eventos. Sempre as pessoas mais simples comentando como tinha sido difícil pagar seus casamentos, tantas outras que nem casaram ainda juntando dinheiro, e aquele monte de flores ainda lindas indo para o lixo. Com isso, juntei também essa minha vontade de fazer algo com os idosos e no final de 2009 resolvi formatar o projeto, que ficou sendo trabalhado e organizado por seis meses antes de ser lançado em junho de 2010.
 
SW: Porque a ideia de trabalhar com idosos?
Helena:
Por uma questão absolutamente pessoal, pois acredito que aqui no Brasil ainda não temos a cultura de lidar literalmente com o idoso. Eles são nós amanhã e acho muito duro este momento da vida. As pessoas têm dificuldade de lidar com eles, pois realmente é difícil lidar com a realidade de que todos chegaremos lá. Enfim, quero levar carinho, atenção, afeto para que se sintam prestigiados e adorados até o seu último dia.

SW: Desde quando começou, qual a experiência mais marcante que você já presenciou?
Helena:
Difícil dizer, pois a cada visita escuto e presencio gestos que mexem muito. Mas sem dúvida, a primeira vez que voltei a uma instituição e um dos idosos havia falecido há uma semana, ou seja, entre uma visita e outra. Senti que aquela seria a primeira de muitas vezes que ainda passarei por isso com este projeto.

SW: Como empresas e pessoas físicas podem ajudar o projeto?
Helena: De três formas: doando as flores de suas festas e eventos, patrocinando o projeto através de cotas, ou até mesmo com a divulgação, ajudando no trabalho voluntário.

› Nota Fiscal Paulista: ajudar assim é fácil!

Por SOCIAL WAY (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Quem diria que ao fazer nossas compras, sendo elas necessidades ou supérfluas, poderíamos fazer o bem a terceiros? Pois é, agora os clientes Iguatemi One podem colaborar com uma instituição social, doando o seu cupom fiscal sem CPF no Concierge. Isso mesmo, você escolhe uma instituição que o Shopping Iguatemi apoia e, com um simples gesto, contribui para que ela continue ajudando aqueles que precisam, além de somar pontos no Programa Iguatemi One.

Para isso, na hora da compra, peça o seu cupom sem o número do CPF. Quando trocar seus cupons por pontos no Programa Iguatemi One, deposite-os na urna da instituição desejada. As entidades apoiadas pela iniciativa são: Casa do Zezinho, Doutores da Alegria, ONG Banco de Alimentos, Projeto Velho AmigoSanta Casa de Misericórdia SP e Se Toque.

Em breve o Shopping Iguatemi estará ampliando esta iniciativa para todos os consumidores, fortalecendo o seu compromisso na área de responsabilidade social. Contamos com a sua colaboração!

Este projeto conta com a coordenação da Social Way, agência de marketing especializada no Terceiro Setor.

› O FENÔMENO TROPA DE ELITE 2

Por SOCIAL WAY (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Batendo todos os recordes da história do cinema brasileiro, 'Tropa de Elite 2' acaba de se consagrar um campeão de bilheteria. Mais de 10.800 milhões de pessoas já assistiram o filme, superando a marca de ‘Dona Flor e seus dois maridos’, que estava no topo do ranking há 34 anos.

O diretor José Padilha, depois de ter amargado uma baixa bilheteria no primeiro filme em função do “sucesso” da pirataria (cerca de 2,5 milhões de espectadores), pode enfim saborear o sucesso e ainda prestar uma enorme contribuição à sociedade e a indústria cinematográfica brasileira.

Fazer cinema no nosso país nunca foi uma tarefa fácil, ainda mais quando o conteúdo é uma crítica direta as instâncias de poder movidas pela corrupção. Com muita habilidade, 'Tropa de Elite 2' trouxe a público o entendimento da trágica combinação entre a política com as hoje “famosas” milícias (polícia corrupta e violenta). 

 
O talento e a coragem de Padilha transformaram tal tarefa em uma importante obra prima. A própria frase que inicia o filme "Qualquer semelhança com a realidade é apenas uma coincidência. Essa é uma obra de ficção" foi uma estratégia muito inteligente de provocar o inconsciente coletivo para a ironia da vida real. A trama é de tirar o fôlego até o final, tem um elenco de primeira linha, e mais uma vez Wagner Moura retoma o papel do Capitão Nascimento com uma atuação impecável.

A sincronia do lançamento de 'Tropa de Elite 2', com a guerra travada recentemente nos morros do Rio de Janeiro, ajudou a recuperar sensivelmente a crença da sociedade junto à polícia especializada, a exemplo do BOPE. É um possível retorno de esperança para todos aqueles que acreditam que ainda podemos vencer a guerra contra a impunidade. 

 
Que o cinema e as outras formas de entretenimento e expressões sejam capazes de trazer cada vez mais este tipo de discussão e conscientização à sociedade, em escalas cada vez maiores. Contribuição nesse nível é fundamental para despertar e encorajar cada indivíduo para o processo coletivo de mudança, em busca da tão sonhada qualidade de vida. 

www.socialway.com.br

› No Natal vá de BRECHÓ SOCIAL

Por SOCIAL WAY (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Foi com o apoio do Shopping Iguatemi e num grande evento de sucesso no 9 andar que o Brechó Social foi lançado em 2009. O projeto é uma loja virtual que vende objetos exclusivos de celebridades com renda revertida para ONGs.

Já doaram e tiveram suas peças vendidas por lá grandes nomes como Gisele Bundchen, Kelly Slater, Karin Rashid, Rubens Barrichello, Zico, Alex Atala, Lilian Pacce, Marcelo Rosembaun e outros. Além de muitos que estão por lá como Maria Rita, Christian Louboutin e Jorge Ben Jor, acabaram de entrar novas doações a exemplo da flauta xodó do Seu Jorge e violão do Jason Mraz autografado.

Excelente opção para presentear de forma especial e exclusiva neste natal, acesse www.brechosocial.com.br. Faça parte do consumo consciente! Importante lembrar que o projeto aceita todas as formas de pagamento, já beneficia mais de 50 instituições e é o doador que escolhe para onde será destinado o valor de sua peça.

 www.socialway.com.br

› Ecocabs

Por SOCIAL WAY (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Já pensou que delícia estar na rua e um simpático triciclo te oferecer carona de graça? Em Dublin, na Irlanda, isso acontece. São os Ecocabs! Um projeto que promove a bicicleta para combater o problema dos congestionamentos, do aquecimento global e poluição do trânsito que tanto ameaçam o nosso futuro.

Os triciclos asseguram um serviço de shuttle gratuito para o público em geral e são projetados para operar no centro da cidade irlandesa, onde os congestionamentos são mais frequentes. Os patrocinadores da iniciativa são feitos por empresas e organizações que promovem as suas marcas ou eventos para o público, e aproveitam para mostrar o seu lado “verde”.

O objetivo do projeto é ajudar a mudar as atitudes das pessoas, dando a elas uma oportunidade de fazer algo benéfico e que ajudem a tornar as cidades mais limpas e seguras. O Ecocabs é um dos finalistas do prêmio Green Awards 2010.
 
http://www.socialway.com.br/ 

› Iguatemi no dia das crianças

Por SOCIAL WAY (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Através do Fashion Weekend Kids do shopping Iguatemi, crianças do Abrigo Reviver  tiveram um dia das crianças mais feliz. O evento sugeriu aos participantes que doassem um brinquedo novo ou em bom estado no dia do evento e a ação foi um sucesso!

No dia 12/10, a equipe da SOCIAL WAY foi pessoalmente presentear a turma. Foram todos os 297 brinquedos colocados em uma sala, formou-se uma fila indiana ao lado de fora da mesma, e as crianças foram entrando uma de cada vez. Ao adentrar os olhinhos já brilhavam, a criança conversava um pouquinho com a gente (nome, idade, o que gosta de fazer/brincar...), escolhia qual presente dentre aqueles gostaria de ganhar, nos agradecia com um delicioso sorriso e logo corria para brincar no corredor da Entidade.

Esperamos que a cada ano, mais pessoas participem e a doação aumente ainda mais de volume. Muito obrigada à todos que participaram desse momento de alguma forma. E ano que vem, se algum cliente Iguatemi quiser ir conosco, nos avise pelo faleconosco@socialway.com.br , é sempre uma experiência incrível.

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› RAMBLA, do RJ ao MOMA em NY

Por SOCIAL WAY (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Créditos: Alexandre Lima, Daniela Dacorso e Gabriel Jáuregui 

O argentino Jorge Mario Jáuregui, radicado no Rio de Janeiro há mais de 30 anos, é reconhecido pelo seu trabalho e experiência em urbanização de favelas. O arquiteto-urbanista é também um pensador e conta com uma equipe multidisciplinar formada por arquitetos, psicanalistas, sociólogos, filósofos e pessoas capazes de entender e interpretar as demandas da comunidade, até que sejam encontradas as melhores soluções possíveis para seus projetos.

Jorge foi convidado recentemente pelo MOMA (NY) para participar da exposição "Small Scale, Big Change", em função de sua proposta de arquitetura engajada. Foram selecionados 10 projetos ao redor do mundo, e dentre eles, um de sua autoria: o Rambla.

Foi em parceria com Alexandre Lima, Daniela Dacorso e Gabriel Jauregui que surgiu o filme-multimídia o qual leva o mesmo nome do projeto, e que retrata realidade da comunidade de Manguinhos (RJ) e o seu caótico processo de urbanização. “Quando eu entendi o que era o projeto e do que se tratava a proposta do mesmo, me encantei e propus fazer um trabalho multimídia: filme, fotografia, audio”, conta o fotógrafo-documentarista Alexandre Lima à SOCIAL WAY.

A exposição “Small Scale, Big Change” abriu agora dia 03 de Outubro e fica em cartaz até dia 03 de Janeiro no MoMA (NY).

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› Entrevista com Marcelo Rosenbaum

Por SOCIAL WAY (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

Marcelo Rosenbaum é um dos nomes do momento quando o assunto é decoração e design. Foi eleito o “Homem do ano” em 2005 na categoria arquitetura e decoração pela Revista VIP. Conquistou o primeiro lugar em design mobiliário no Museu da Casa Brasileira em 99, uma das mais importantes premiações do Brasil e já assinou projetos para diversos clientes renomados. Participa no quadro Lar Doce Lar, do Caldeirão do Huck, e procura evidenciar a importância do trabalho do design como criador de soluções e espaços. Mas além de tudo isso, ele criou um projeto maravilhoso chamado A Gente Transforma, e numa entrevista exclusiva para a SOCIAL WAY, ele nos conta mais detalhes dessa experiência incrível.

SW: Como surgiu a idéia do projeto A Gente Transforma?
Venho me envolvendo em projetos assim há algum tempo. Conheci o projeto da Tia Dag quase por acaso, quando doei uma peça minha para o projeto Brechó Social, da Social Way. Foi quando fiquei totalmente encantado por sua força e capacidade de realização.  Quando conheci a Casa do Zezinho entendi que ali seria o começo do projeto que há anos idealizava. Conheci também o Instituto Elos, uma ONG de Santos com mais de dez anos de experiência criada por um grupo de arquitetos, que por meio de uma tecnologia social 100% brasileira, o Elos convida a comunidade a construir de forma cooperativa um projeto desafiador: materializar sonhos coletivos em algo concreto, em uma ação rápida e de alto impacto. Pude assim juntar meus parceiros de trabalho e empresas parceiras para criar um projeto que pudesse começar pelo Parque Santo Antonio e depois ser replicado em outros lugares. Logo apresentei para a Suvinil que acreditou de cara. Depois veio a Vivo, que também entrou com a alma. Aliás, isso é uma característica desse projeto: as empresas tem se envolvido ‘pessoalmente’, têm participado de todas as etapas, agregando novas idéias e parceiros. 

SW: Ao se infiltrar e entender melhor os problemas e dificuldades que parte da população vive, o que mudou?
O contexto de vida na comunidade é muito difícil e cheio de superações diárias, problemas muito sérios, superados com muita força. Sem fechar os olhos para os problemas, trabalhamos com as possibilidades e potenciais do lugar, associado ao talento da pessoas e o recurso que conseguimos. Projetamos e construímos semana junto com a comunidade 1 uma área de lazer onde era um lixo.
Isso estimulou o empoderamento da comunidade e a partir disso grandes mudanças aconteceram na comunidade, vários arranjos locais tem acontecido e comprovado como é eficiente o processo - os moradores já se reuniram para criar uma Associação própria, idosos têm utilizado o espaço para fazer exercícios, a própria comunidade se uniu para reconstruir a casa de uma senhora que estava praticamente caindo.
O A Gente Transforma está construindo a Biblioteca Para Todos em um terreno da comunidade, que estará pronta em 45 dias e será gerida por eles. Está também programa a visita do Ministério da Integração Nacional que vem conhecer a intervenção, devido à grande mobilização que conseguimos fazer de forma colaborativa.
 
SW: O que mais te impressionou? E quais os maiores aprendizados já adquiridos?
O Paulo Freire uma vez disse que a educação não muda o mundo. Que a educação muda as pessoas e as pessoas é que mudam o mundo. Nossa expectativa é que esse projeto não seja nada mais do que um despertar. Despertar para essa condição de empoderamento, pois não queremos seguir o caminho do assistencialismo. Queremos estimular as pessoas a despertarem para sua capacidade de realizar e articular juntas, através da colaboração, em rede.
 
SW: O vídeo passa bastante a energia do projeto e está lindo. Como pretendem disseminá-lo? E o próximo passo, mais alguma comunidade na mira de ganhar cores, auto-estima e alegria?
O primeiro grande lançamento do vídeo está aqui no portal do Iguatemi, na coluna da Social Way, o que é uma grande honra, porque nossa missão é fazer as pontes entre diferentes universos e pessoas. A possibilidade de divulgar o projeto aqui prova que estamos todos ligados e a fim de mudar o mundo. Ainda este ano iremos fazer, no auditório da Vivo, uma apresentação/lançamento oficial do projeto para futuros patrocinadores e apoiadores. Os próximos ‘A Gente Transforma’ devem ser em São Paulo, em julho de 2011, e no RJ, em outubro de 2011.

 SW: Algo mais a acrescentar de sua experiência com o Terceiro Setor?
Trabalhar com projetos colaborativos voltados para comunidades carentes é um sonho antigo nosso. Além de tudo acredito que é viável como negócio, é um formato interessante para as marcas e empresas se relacionarem com seus clientes e que movimentam as pessoas, as empresas, a economia e geram um impacto social com resultados bons para todos os envolvidos.
 
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› Home, para reflexão e consciência.

Por SOCIAL WAY (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

10.09.2010

Yann Arthus-Bertrand é um fotógrafo, jornalista, repórter e ambientalista francês. Ele nasceu de uma família de renomados joalheiros, e se interessou pela natureza e pela vida selvagem ainda na infância.  Yann publicou mais de 60 livros com suas fotografias feitas em helicópteros e balões e teve seu trabalho publicado diversas vezes na Revista National Geographic. Mas foi em junho de 2009, com a estréia de seu filme Home, que deu acesso à todos nós à um material extremamente importante, valioso, visualmente incrível e lindo.

No filme, em uma seqüência única e quase poética através de 54 países (inclusive o Brasil), toda filmada dos céus, o documentarista divide conosco sua admiração e preocupação para mostrar como em poucas décadas, a humanidade interferiu no equilíbrio estabelecido no planeta há aproximadamente quatro bilhões de anos de evolução, e que, juntos, precisamos reconstruir esse equilíbrio.

Nosso tempo é curto. Temos menos de dez anos para reverter essa situação, e justamente por conta disso, o filme não tem direitos autorais e circula livremente para que o maior número possível de pessoas possa assistir e se conscientizar.

Clicando AQUI, você assiste ao documentário por completo e em alta definição. Mais de 9 milhões de pessoas já viram apenas nesse link. Se você ainda não viu, a SOCIAL WAY indica. Vale a pena!
 
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› Viver em contêineres? Descolado e sustentável.

Por Por Social Way (Fernanda Suplicy e Sergio Morisson)

 

A equipe da SOCIAL WAY esteve em Amsterdã e foi de bicicleta (é claro!), conhecer e visitar um projeto muito interessante, o Tempohousing. São mais de mil estudantes que vivem em contêineres adaptados  como apartamentos.

 

Os contêineres surgiram em  1937 pelo americano Malcom McLean para armazenar e transportar fardos de algodão, peça que hoje é fundamental para o comércio, mas com certeza ele nunca imaginou alguém morando em um. Pois é na capital da Holanda, que existe a maior vila de contêineres do mundo.

 

Ela foi construída para atender à demanda por alojamentos estudantis na cidade. Os contêineres passaram por uma reforma e ganharam os equipamentos básicos de um apartamento, como pia, banheiro, aquecedor e isolamento acústico. Eles foram empilhados com guindastes para formar um prédio de 5 andares. 

 

Os “apartamentos” têm menos espaço, porém também, menos impacto ambiental, uma vez que os contêineres podem ser reutilizados. Outro detalhe que envolve o meio ambiente, é dos extremos serem todos abertos apenas com vidro para aproveitar a luz natural e economizar energia. Um conceito de moradia coletiva e sustentável.

 

Conversamos com alguns moradores, inclusive visitamos o “apartamento” de um deles, e todos parecem bem satisfeitos, afinal o aluguel custa 300 euros por mês, o que é bem barato para os padrões de Amsterdã. O sucesso foi grande e a empresa responsável pelo projeto está erguendo um hotel na Nigéria, para turistas que quiserem ter a experiência de dormir em um contêiner. Nesse caso, com acomodações de luxo – lata por fora, porém quatro estrelas por dentro.  

 

Site do projeto: http://www.tempohousing.com/   
 

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› Children see, children do

Por Social Way

 

11/08/2010

Assista ao vídeo

A ONG Australiana NAPCAN (http://www.childfriendly.org.au/) cuida de assuntos relacionados ao bem estar das crianças e em 2007 lançou uma campanha maravilhosa, com o slogan CHILDREN SEE, CHILDREN DO (As crianças vêem, as crianças fazem). É antiga, porém eternamente atual, uma lição. O exemplo sempre convenceu mais do que palavras, e as primeiras lições das crianças consistem em hábitos e não em raciocínios. Os filhos são um reflexo dos pais, é o instinto da imitação.

Temos que procurar no convívio com nossos filhos e crianças em geral, sermos exemplo e dar o poder do exemplo. É um grande começo para um mundo melhor. E daí a importância de perder 1 minuto e 30 segundos para assistir a essa vídeo, é perfeito para a nossa conscientização.

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› Iguatemi viabiliza o núcleo de dança do Projeto Arrastão

Por Por Social Way / Fotos: Márcia Minillo

Após meses de preparação, a equipe de dança formada e ministrada pelo professor e coordenador do Núcleo de Dança Rubens Oliveira é lançada. O projeto visa formar novos profissionais na arte, iniciativa do Projeto Arrastão, que promove o desenvolvimento comunitário no bairro Campo Limpo, e faz a estréia do espetáculo “Volúpia” no dia 6 de agosto.

O Núcleo de Dança iniciou suas atividades em fevereiro deste ano com técnicas que seguem o método de Ivaldo Bertazzo, coreógrafo renomado de quem Rubens foi aluno. “Com Ivaldo aprendi a enxergar características em corpos ainda não trabalhados na dança, como força, leveza, agilidade, elasticidade e a transformar essas características em um corpo dançante.”, diz Rubens.

O projeto é mantido atualmente pelo Projeto Arrastão com recursos recebidos durante o evento Fashion’s Night Out, evento promovido pelos Shoppings Iguatemi e Market Place, que doaram toda a renda obtida nos estacionamentos para o projeto. A ação social do evento foi coordenada pela agência Social Way.

“Foi no Projeto Arrastão onde tudo começou e eu sempre procurei manter o vínculo com eles. Sempre tive o sonho de encontrar talentos e dar a eles a oportunidade que me foi dada”, diz Oliveira. ”Hoje sou um profissional com o meu próprio centro de dança, cheio de iniciativa e vontade em ajudar o próximo. E é dessa idéia que nasce hoje o Núcleo de Dança no Projeto Arrastão.”, completa o dançarino.

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› Doações e Patrocínios


Doação ao Intituto Brasileiro de Controle do Câncer - IBCC

Neste ano, o shopping doou 100% da arrecadação do estacionamento no Dia Internacional da Mulher, comemorado todos os anos no dia 8 de março.
Realizada em 2010

Doação ao Intituto Brasileiro de Controle do Câncer - IBCC
70% da arrecadação do estacionamento no Dia Internacional da Mulher.
Realizada em 2008 e 2009

Doação para a Fundação SOS PROL Mata Atlântica
Apoio no evento beneficente da "Tiffany The Charming Christmas", realizado nos dias 29 e 30 de novembro
Período: Março de 2009

Doação Instituto Cidadão Responsável, Informado e Atuante
Por meio do projeto "Estacionou Doou", que destina 100% da renda líquida de um dia do estacionamento
Peridiocidade: anual

Doação para o Projeto Arrastão
Parte da arrecadação com o estacionamento no evento Fashion's Night Out ao Projeto Arrastão que tem como missão formar cidadãos capazes de transformar a realidade e o meio em que vivem
Período: Outubro de 2009

Patrocínio de evento realizado pelo Instituto Ser Família
O evento tem como objetivo promover o desenvolvimento familiar e contou com palestras de profissionais reconhecidos
Período: Junho de 2009

Apoio ao leilão beneficente da Childhood Brasil
Instituto que trabalha pela proteção da infância contra o abuso e a exploração sexual
Período: Novembro de 2009

Balcão da Cidadania
O Iguatemi, em parceria com o Centro do Voluntariado de São Paulo, disponibiliza um espaço no Shopping para exposição e venda de produtos e serviços de uma ONG nova a cada semana
Periodicidade: semanal

Doação de brinquedos e agasalhos arrecadados nas duas edições anuais do evento Fashion Weekend Kids
Peridiocidade: anual

Doação de parte da renda na venda das camisetas para a corrida Fashion Run
Peridiocidade: anual

Patrocínio do site Brechó Social
Este projeto da Social Way possui um site que vende roupas doadas por personalidades do mundo todo e reverte o dinheiro para ONGS
Peridiocidade: anual

Apoio ao Leilão de Arte da Associação Nacional de Assistência ao Cardíaco (ANAC)
Período: Setembro de 2009

Patrocínio do Evento Parceiros da Educação
Associação sem fins lucrativos que promove parcerias entre Escolas Públicas e Empresas ou Pessoas Físicas, com objetivo de melhorar a qualidade da educação pública no Estado de São Paulo.
Período: Novembro de 2009